Voltar ao CPM MaiaEntradas do Livro de Visitantes!!Nome:P. Domingos JorgeLocal:Maia Email:pdj@paroquiadamaia URL: Data:2011-10-17 17:25:43 Comentários:Um texto para ser posto e ser lido Pe. Gonçalo Portocarrero de Almada Voz da Verdade, 2011.10.16 A LÓGICA DA AVESTRUZ A conspiração da mentira e da morte na muito rendosa indústria do aborto A muito puritana mulher do bispo anglicano de Worcester reagiu com indignação à hipótese evolucionista: – Descender dos macacos!? Que horror! Esperemos que não seja verdade mas, se for, pelo menos que não se saiba! A reverendíssima dama teve uma reacção digna de uma avestruz: este animal, talvez um dos mais estúpidos do planeta, quando pressente um perigo, em vez de o enfrentar, enterra a cabeça na areia. A julgar pelas novas práticas a seguir no atendimento das candidatas à interrupção voluntária da gravidez, parece que a Inspecção-Geral das Actividades de Saúde pretende que estas mulheres procedam do mesmo modo que a consorte episcopal e as avestruzes. De facto, depois da inspecção realizada, no ano passado, a 22 estabelecimentos que realizam abortos, por opção da mulher, até às 10 semanas de gravidez, essa entidade oficial recomenda que os «objectos alusivos à infância, ou do foro religioso, sejam removidos dos gabinetes médicos e de apoio psicológico e social, onde é prestado atendimento a estas utentes». A retirada desses objectos é exigida na medida em que os mesmos, segundo o mesmo relatório, podem «interferir com a escolha das utentes». Como poderia ser chocante para a candidata ao aborto saber a verdade, entende a dita Inspecção-Geral que se deve evitar tudo o que, de algum modo, possa revelar a verdadeira natureza do acto eufemísticamente designado como interrupção voluntária da gravidez. Como? Pois bem, a grávida não deve conhecer o resultado das ecografias, nem de qualquer outro exame médico que comprove a certeza científica da vida humana que em si gera. Também não deve saber que a «interrupção» da dita gravidez mais não é, na realidade, do que o extermínio desse ente, diminuto mas já portador de todas as características próprias do ser humano. Por isso, a sala em que for recebida a desesperada mãe não deve ter «objectos alusivos à infância, ou do foro religioso», porque a sua presença poderia coagir emocionalmente a grávida, coarctando a sua liberdade de pôr termo à vida do seu filho. Bem vistas as coisas, as titulares do «direito» ao aborto nem sequer deveriam ser atendidas por pessoas, na medida em que estas mais não são, necessariamente, do que ex-crianças, que já foram portanto iguais ao ser que agora se pretende eliminar. Além do mais, se se trata de um competente e honesto profissional da saúde, como são quase todos os médicos e enfermeiros, não poderá negar a vida humana do embrião, nem o seu carácter pessoal, o que também pode ser perturbador para a infeliz mãe. Assim sendo, o atendimento de grávidas nesta situação deveria ser feito por máquinas de reposta automática, que ignorem a verdade que não convém e sejam cúmplices da mentira que interessa afirmar. Entende-se que, nos gabinetes de atendimento médico e psicológico, é perniciosa a presença de tudo o que possa ser entendido como alusivo à «infância». Mas quem pode negar que, pela janela do consultório, se vejam bebés ao colo das suas mães, ou se oiça o inocente riso de uma criança?! Para evitar uma tal interferência, talvez seja de recomendar que as consultas tenham lugar em salas subterrâneas, hermeticamente fechadas e devidamente insonorizadas. E, de que cor deveriam ser as paredes destas celas, se se interdita tudo o que seja, ou possa parecer, alusivo ao «foro religioso»? Brancas não, pois é a cor que vestem as noivas no dia em que casam pela Igreja, logo tem um claro sentido cristão. Azul é a cor do céu, portanto apela para o transcendente e, por isso, deve ser também rejeitado. Amarela é bandeira oficial do Vaticano, portanto também não é uma cor admissível. Encarnado é o sangue e, portanto, poderia parecer uma velada alusão ao carácter sangrento da interrupção voluntária da gravidez. Um cor quente e alegre também não se compadece com a natureza do acto a decidir em tal compartimento, uma vez que nenhuma insinuação cromática deve perturbar a triste e fria determinação de quem o Estado tão empenhadamente quer que aborte. Talvez só o preto se deva utilizar nessa câmara ardente, cega e surda, em que só, diante de uma máquina, a mulher poderá, finalmente, decidir «livremente» a interrupção voluntária da sua gravidez. Num tempo em que o Estado se empenha em dar uma exaustiva informação sexual, que não educação, às crianças, não deixa de ser paradoxal esta aposta na manipulação das mulheres, principais vítimas desta afectada ignorância sobre o que a ciência afirma da vida em gestação e sobre as implicações éticas e psicológicas do acto de abortar. O poder público, ciente da natureza desse dramático desfecho, sabe que só uma mulher enganada e desamparada poderá chegar a uma tão trágica determinação. Pelos vistos, embora a Igreja tenha a fama de obscurantista, é o Estado quem tem o proveito, como responsável por esta conspiração da mentira e da morte na muito rendosa indústria do aborto. Há dois mil anos, Jesus Cristo falou de alguém que é «homicida desde o princípio (…), mentiroso e pai da mentira» (Jo 8, 44). Ele é o «príncipe deste mundo». Nem mais. Gonçalo Portocarrero de Almada Nome:Maria Jose Teixeira Local:Vermoim Maia Email:mjslt@hotmail.com URL: Data:2011-04-22 09:52:18 Comentários:É muito útil a preparação para o casamento,eu fui uma preveligiada ao fazer o CPM ´ha 35 anos na igreja de Cedofeita.Bem haja para quem esta á frente desta maravilhosa obra. Nome:P.Domingos Jorge Local:Maia Email:pdj@paroquiadamaia URL: Data:2010-10-27 09:50:12 Comentários:Um artigo para os Casais que querem ser felizes de verdade e não pretendem comprar a felicidade nas Outlets. Li e achei digno de divulgar. Crónica: Um segredo de um casamento feliz 25.10.2010 - 10:45 Pública Miguel Esteves Cardoso Desde que a Maria João e eu fizemos dez anos de casados que estou para escrever sobre o casamento. Depois caí na asneira de ler uns livros profissionais sobre o casamento e percebi que eu não percebo nada sobre o casamento. Confesso que a minha ambição era a mais louca de todas: revelar os segredos de um casamento feliz. Tendo descoberto que são desaconselháveis os conselhos que ia dar, sou forçado a avisar que, quase de certeza, só funcionam no nosso casamento. Mas vou dá-los à mesma, porque nunca se sabe e porque todos nós somos muito mais parecidos do que gostamos de pensar. O casamento feliz não é nem um contrato nem uma relação. Relações temos nós com toda a gente. É uma criação. É criado por duas pessoas que se amam. O nosso casamento é um filho. É um filho inteiramente dependente de nós. Se nós nos separarmos, ele morre. Mas não deixa de ser uma terceira entidade. Quando esse filho é amado por ambos os casados - que cuidam dele como se cuida de um filho que vai crescendo -, o casamento é feliz. Não basta que os casados se amem um ao outro. Têm também de amar o casamento que criaram. O nosso casamento é uma cultura secreta de hábitos, métodos e sistemas de comunicação. Todos foram criados do zero, a partir do material do eu e do tu originais. Foram concordados, são desenvolvidos, são revistos, são alterados, esquecidos e discutidos. Mas um casamento feliz com dez anos, tal como um filho de dez anos, tem uma personalidade mais rica e mais bem sustentada, expressa e divertida do que um bebé com um ano de idade. Eu só vivo desta maneira - que é o nosso casamento - vivendo com a Maria João, da maneira como estamos um com o outro, casados. Nada é exportável. Não há bocados do nosso casamento que eu possa levar comigo, caso ele acabe. O casamento é um filho carente que dá mais prazer do que trabalho. Dá-se de comer ao bebé mas, felizmente, o organismo do bebé é que faz o trabalho dificílimo, embora automático, de converter essa comida em saúde e crescimento. Também o casamento precisa de ser alimentado mas faz sozinho o aproveitamento do que lhe damos. Às vezes adoece e tem de ser tratado com cuidados especiais. Às vezes os casamentos têm de ir às urgências. Mas quanto mais crescem, menos emergências há e melhor sabemos lidar com elas. Se calhar, os casais apaixonados que têm filhos também ganhariam em pensar no primeiro filho que têm como sendo o segundo. O filho mais velho é o casamento deles. É irmão mais velho do que nasce e ajuda a tratar dele. O bebé idealmente é amado e cuidado pela mãe, pelo pai e pelo casamento feliz dos pais. Se o primeiro filho que nasce é considerado o primeiro, pode apagar o casamento ou substitui-lo. Os pais jovens - os homens e as mulheres - têm de tomar conta de ambos os filhos. Se a mãe está a tratar do filho em carne e osso, o pai, em vez de queixar-se da falta de atenção, deve tratar do mais velho: do casamento deles, mantendo-o romântico e atencioso. o contrário dos outros filhos, o primeiro nunca sai de casa, está sempre lá. Vale a pena tratar dele. Em contrapartida, ao contrário dos outros filhos, desaparece para sempre com a maior das facilidades e as mais pequenas desatenções. O casamento feliz faz parte da família e faz bem a todos os que também fazem parte dela. Os livros que li dão a ideia de que os casamentos felizes dão muito trabalho. Mas se dão muito trabalho como é que podem ser felizes? Os livros que li vêem o casamento como uma relação entre duas pessoas em que ambas transigem e transaccionam para continuarem juntas sem serem infelizes. Que grande chatice! Quando vemos o trabalho que os filhos pequenos dão aos pais, parece-nos muito e mal pago, porque não estamos a receber nada em troca. Só vemos a despesa: o miúdo aos berros e a mãe aflita, a desfazer-se em mimos. É a mesma coisa com os casamentos felizes. Os pais felizes reconhecem o trabalho que os filhos dão mas, regra geral, acham que vale a pena. Isto é, que ficaram a ganhar, por muito que tenham perdido. O que recebem do filho compensa o que lhe deram. E mais: também pensam que fizeram bem ao filho. Sacrificam-se mas sentem-se recompensados.Num casamento feliz, cada um pensa que tem mais a perder do que o outro, caso o casamento desapareça. Sente que, se isso acontecer, fica sem nada. É do amor. Só perdeu o casamento deles, que eles criaram, mas sente que perdeu tudo: ela, o casamento deles e ele próprio, por já não se reconhecer sozinho, por já não saber quem é - ou querer estar com essa pessoa que ele é. Se o casamento for pensado e vivido como uma troca vantajosa - tu dás-me isto e eu dou-te aquilo e ambos ficamos melhores do que se estivéssemos sozinhos -, até pode ser feliz, mas não é um casamento de amor. Quando se ama, não se consegue pensar assim. E agora vem a parte em que se percebe que estes conselhos de nada valem - porque quando se ama e se é amado, é fácil ser-se feliz. É uma sorte estar-se casado com a pessoa que se ama, mesmo que ela não nos ame. Ouvir um casado feliz a falar dos segredos de um casamento feliz é como ouvir um bilionário a explicar como é que se deve tomar conta de uma frota de aviões particulares - quantos e quais se devem comprar e quais as garrafas que se deve ter no bar, para agradar aos convidados. Dirijo-me então às únicas pessoas que poderão aproveitar os meus conselhos: homens apaixonados pelas mulheres com quem estão casados. E às mulheres apaixonadas pelos homens com quem estão casadas? Não tenho nada a dizer. Até porque a minha mulher continua a ser um mistério para mim. É um mistério que adoro, mas constitui uma ignorância especulativa quase total. Assim chego ao primeiro conselho: os homens são homens e as mulheres são mulheres. A mulher pode ser muito amiga, mas não é um gajo. O marido pode ser muito amigo, mas não é uma amiga. Nos livros profissionais, dizem que a única grande diferença entre homens e mulheres é a maneira como "lidam com o conflito": os homens evitam mais do que as mulheres. Fogem. Recolhem-se, preferem ficar calados. Por acaso é verdade. Os livros podem ser da treta mas os homens são mais fugidios. Em vez de lutar contra isso, o marido deve ceder a essa cobardia e recolher-se sempre que a discussão der para o torto. Não pode ser é de repente. Tem de discutir (dizê-las e ouvi-las) um bocadinho antes de fugir. Não pode é sair de casa ou ir ter com outra pessoa. Deve ficar sozinho, calado, a fumegar e a sofrer. Ele prende-se ali para não dizer coisas más. As más coisas ditas não se podem desdizer. Ficam ditas. São inesquecíveis. Ou, pior ainda, de se repetirem tanto, banalizam-se. Perdem força e, com essa força, perde-se muito mais. As zangas passam porque são substituídas pela saudade. No momento da zanga, a solidão protege-nos de nós mesmos e das nossas mulheres. Mas pouco - ou muito - depois, a saudade e a solidão tornam-se insuportáveis e zangamo-nos com a própria zanga. Dantes estávamos apenas magoados. Agora continuamos magoados mas também estamos um bocadinho arrependidos e esperamos que ela também esteja um bocadinho. Nunca podemos esconder os nossos sentimentos mas podemos esconder-nos até poder mostrá-los com gentileza e mágoa que queira mimo e não proclamação. Consiste este segredo em esperar que o nosso amor por ela nos puxe e nos conduza. A tempestade passa, fica o orgulho mas, mesmo com o orgulho, lá aparece a saudade e a vontade de estar com ela e, sobretudo, empurrador, o tamanho do amor que lhe temos comparado com as dimensões tacanhas daquela raivinha ou mágoa. Ou comparando o que ganhamos em permanecer ali sozinhos com o que perdemos por não estar com ela. Mas não se pode condescender ou disfarçar. Para haver respeito, temos de nos fazer respeitar. Tem de ficar tudo dito, exprimido com o devido amuo de parte a parte, até se tornar na conversa abençoada acerca de quem é que gosta menos do outro.Há conflitos irresolúveis que chegam para ginasticar qualquer casal apaixonado sem ter de inventar outros. Assim como o primeiro dever do médico é não fazer mal ao doente, o primeiro cuidado de um casamento feliz é não inventar e acrescentar conflitos desnecessários. No dia-a-dia, é preciso haver arenas designadas onde possamos marrar uns com os outros à vontade. No nosso caso, é a cozinha. Discutimos cada garfo, cada pitada de sal, cada lugar no frigorífico com desabrida selvajaria. Carregamos a cozinha de significados substituídos - violentos mas saudáveis e, com um bocadinho de boa vontade, irreconhecíveis. Não sabemos o que representam as cores dos pratos nas discussões que desencadeiam. Alguma coisa má - competitiva, agressiva - há-de ser. Poderíamos saber, se nos déssemos ao trabalho, mas preferimos assim. A cozinha está encarregada de representar os nossos conflitos profundos, permanentes e, se calhar, irresolúveis. Não interessa. Ela fornece-nos uma solução superficial e temporária - mas altamente satisfatória e renovável. Passando a porta da cozinha para irmos jantar, é como se o diabo tivesse ficado lá dentro. Outro coliseu de carnificina autorizada, que mesmo os casais que não podem um com o outro têm prazer em frequentar, é o automóvel. Aí representamos, através da comodidade dos mapas e das estradas mesmo ali aos nossos pés, as nossas brigas primais acerca das nossas autonomias, direcções e autoridades para tomar decisões que nos afectam aos dois, blá blá blá. Vendo bem, os casamentos felizes são muito mais dramáticos, violentos, divertidos e surpreendentes do que os infelizes. Nos casamentos infelizes é que pode haver, mantidas inteligentemente as distâncias, paz e sossego no lar. A felicidade é um dom. Nome:Monyse Local:Vila Chã- Vila do Conde Email:rostinhos@msn.com URL: Data:2010-10-21 14:11:04 Comentários:Boa tarde. Eu e meu marido estamos nos preparando para casarmos na igreja em maio do ano que vem. Gostaria de saber como faço para participar do próximo Curso Preparatório para Matrimônio. Atenciosamente, Monyse Fuchs Nome:Ivania e Marco Local:Maia Email: URL: Data:2010-06-13 23:26:33 Comentários:Com a ajuda do CPM obtivemos uma visão global que nos permitirá avançar na nossa união com mais afinco através do diálogo, do carinho, da humildade, do respeito e da fidelidade. À Conceição e ao Carlos, a todos os casais animadores e ao Sr. Padre Domingos que nos incentivou neste caminho do CPM o nosso muito obrigado. Estamos preparados para assumir o compromisso do Casamento porque encontramos um no outro o complemento que necessitavamos e porque queremos ser um para o outro como Deus foi e é para todos nós. A nossa vida será feita a três. Seremos uma unidade tácita, em sintonia, com a presença de DEUS. Obrigado a Todos, Ivânia e Marco Nome:bip@paroquiadamaia.net Local: Email: URL: Data:2010-05-25 11:46:03 Comentários:Envio um artigo chegado à Redacção do Jornal Paroquia - S.MIGUEL DA MAIA - da Cátia e do Pedro - noivos do último CPM (Março) P.Domingos Jorge CPM: Uma lição de amor Participámos em Março no CPM, foi uma experiencia muito valiosa e gratificante para ambos. Este é o nosso testemunho, em jeito de gratidão por tudo o que recebemos. Os debates e discussões foram acesos, interessantes e abrangentes às diferentes mundivivências da nossa sociedade. Os nossos monitores foram incansáveis, com uma enorme capacidade organizativa, cheios de bom-humor e optimismo. Acarinharam-nos desde o primeiro dia com sorrisos, lembranças, poemas, café e bolinho a acompanhar (o bolo de alfarroba jamais será esquecido!). A juventude católica vive a paredes meias com a alegria, e esta participação no CPM trouxe-nos a nostalgia e a vontade de outros grupos católicos em que participámos no passado… "Quando dois ou três se reunirem em Meu Nome, Eu estarei no meio deles". As orações finais de cada sessão do CPM tornavam-nos um grupo mais unido, feliz e coeso. O amor ao longo da vida é o nosso sonho, o nosso projecto a dois, mas para nós ainda encerra muitos mistérios, habilmente desvendados por aqueles que tão bem o têm vivido. Daí a importância dos testemunhos dos casais animadores que partilharam com generosidade experiências e episódios da sua vida conjugal. Para nós são uma fonte de inspiração, um exemplo a seguir e sobretudo significam a esperança, tão esquecida nos dias de hoje. Muito obrigado por nos terem feito acreditar que é possível realizar o nosso sonho de amor e por nos terem feito sentir que vale a pena sermos peregrinos da nossa felicidade, caminhando lado a lado, com Deus no nosso coração. Cátia e Pedro Nome:P.Domingos Jorge Local:Pároco da Maia Email:pdj@paroquiadamaia.net URL: Data:2010-04-13 09:48:35 Comentários:Na vida há coisas importantes, como o trabalho e sucessos na carreira, mas outras mais importantes que darão sentido às outras: Ser cristão/crente, isto é, não ter só o rótulo mas celebrar a Fé e fazê-lo em Comunidade e em família; ser fiel aos compromissos ; ser fiel à vocação ( o casamento é uma vocação e esta é chamamento de Deus e não fruto do acaso); cada um sabe escrever muito mais coisas para a lista... faz bem fazê-lo...Um SIM dado em Festa e diante de tanta gente, diante Deus, em Igreja e diante de amigos, deve ser honrado durante toda a vida... se se falha a esse SIM tudo o mais na vida não será sério mesmo com muitos compromissos... esse ou essa que falha é um ou uma falhada para sempre... Sendo o casamento realidade humana e divina deve ser vivida nessas duas dimensões que fazem parte da vida a dois. A vocação é uma descoberta: Há que perguntar a Deus e também aos outros. Ela marca a vida. Descoberta exige preparação. Quanto maior for a preparação maior será a felicidade e mais força haverá para vencer sabiamente as várias etapas da vida. O CPM ajuda e muito. Mas ele não é tudo. Hoje sugiro-vos um livro: Namoro: ideias para acertar Capelão universitário aventura-se em um livro sobre o tema Por Miriam Díez i Bosch A sua apresentação: BARCELONA, segunda-feira, 12 de abril de 2010 (ZENIT.org).- Alguns têm 80 anos. Outros têm 16. Mas todos se apaixonaram e vivenciaram um namoro. O livro do sacerdote Rafael Hernández Urigüen recolhe as experiências de diferentes pessoas e tira conclusões acerca do amor e do ato de apaixonar-se. Trata-se da obra “Namoro: Seguros? Ideias para acertar” ("Noviazgo: ¿Seguros? Ideas para acertar"), da editora Eunsa. O livro deste professor e capelão universitário surge como fruto dos seminários mantidos com jovens no instituto universitário em que trabalha, o ISSA, http://www.issa.edu. O autor explica a ZENIT que a obra oferece “pistas práticas para estabelecer um novo diálogo que evite os graves problemas que se estão detectando há anos nos casamentos”. Desde a flechada até o compromisso, o itinerário da obra transcorre detendo-se em breves apontamentos de “características práticas e antropologia profunda do gênio feminino”, até a explicação da “castidade fundamentada em uma antropologia cristã inteligível e bem divulgada”. Como escreve em seu prólogo o professor de psiquiatria Enrique Rojas, “quando o amor chega, pode ser cego, mas quando se vai é muito lúcido. Daí a importância de acertar na escolha”. Hernández Urigüen recebeu consultas muito díspares desde a primeira edição do livro, em 2008. Um senhor de 80 anos perguntava por email onde podia adquirir o livro, já que com 50 anos de casado, apaixonadíssimo por sua mulher, jamais a compreendia por completo. Uma jovem manifestava que depois de ler o livro e o que se afirma acerca da necessidade de respeito, sinceridade e horizonte de compromisso, tinha decidido romper com seu noivo, classificado como “romântico, mas imaturo e constantemente infiel”. No livro se insiste na importância do período de namoro para se conhecer, no referido clima de “respeito, sinceridade e horizonte de compromisso”. Um slogan da obra é: “mais vale um trauma no namoro – romper se não tem boa perspectiva – que um matrimônio traumático”. Mais que perguntar-se: “como saberei se isso vai ser para sempre?”, o autor propõe uma questão mais audaz: “como devo me comportar – como nos devemos comportar – para que isso seja para sempre?”. Um aspecto muito importante, segundo o autor, é “a fé e a graça do sacramentos, que os cristãos veem como ajudas eficazes no cultivo da fidelidade, da ternura e da renovação do amor, também dando e recebendo o inestimável presente do perdão”. O livro recorda “o papel fundamental dos sentimentos, que se devem harmonizar com a razão, a vontade e a prudência, para analisar as situações, e para que cada pessoa saiba discernir se está ‘cega’ ou se a intuição que sente tem fundamento e, sobretudo, futuro”. Na internet, blog de Hernández Urigüen: http://noviazgosegurosideasparaacertar.blogspot.com Que vos ajude como casados e como noivos. Um abraço Maia, 13 de Abril de 2010 P.Domingos Jorge Nome:Nogueira e Ana Local:Maia Email:rick_bolt@hotmail.com URL: Data:2010-04-02 23:18:31 Comentários:Obrigado pela experiência que nos proporcionaram neste 71º CPM, do qual tivemos muito orgulho e prazer em participar. Um beijinho especial para o grupo 2, para a Fátima e o Quim! Felicidades a todos os restantes grupos e aos demais coordenadores e casais animadores! E claro, ao senhor Padre Domingos e ao Diácono Jorge!! Um até sempre! Nome:Domingos Jorge Local:Maia Email:pdj@paroquiadamaia URL: Data:2009-09-26 18:02:37 Comentários:Que mais horrendo do que matar o filho que se está a gerar? A seguir será aprovado pela Assembleia se... Nome:P.Domingos Jorge Local: Email:pdj@paroquiadamaia.net URL: Data:2009-05-25 10:27:13 Comentários:Chegou-me à Caixa do correio este artigo que ajuda a reflectir num tema tão maltratado por quem deveria formar e não forma. Este Professor de Economia da U.Católica põe o dedo na ferida que tende a ser amior e nalguns jovens poderá ser incurável. Deseducação sexual João César das Neves DN20090525 Aeducação sexual é indispensável na formação de todos. Por isso, as escolas devem interessar-se pelo tema e dar aulas sérias e formativas. Há anos que a questão é discutida nos meios didácticos e políticos e o Parlamento tem analisado sucessivos projectos de lei. Apesar disso, a educação sexual não melhorou nem se prevê que melhore nas próximas décadas em Portugal. Os responsáveis só complicam um assunto que não precisa de ajuda para ser difícil. A educação política também é essencial e as escolas devem incluí-la. Mas que pensaria se esses programas lectivos fossem baseados nos projectos de um partido minoritário e extremista, por exemplo o Bloco de Esquerda? Que acharia se na escola as crianças e jovens aprendessem que "a energia deve ser pública" (porque não o pão?), que no meio da crise se deve adoptar a semana de 35 horas e palermices semelhantes? Para não falar na ditadura do proletariado e revolução permanente, escondidas nas suas raízes maoístas e trotskistas. Seria um terrível abuso do sistema educativo. É exactamente essa infâmia que tem sido cometida nos últimos anos no campo da educação sexual escolar. Um grupo de iluminados, defendendo fanaticamente posições extremistas que assumem como únicas razoáveis, tem capturado o ensino impondo essas ideias como "educação sexual". Ideias que, por acaso, são opostas às da maioria das famílias portuguesas, que esses especialistas desprezam como conservadora e tacanha, pretendendo iluminá-la do alto da sua ciência. De forma sub-reptícia nos corredores do ministério ou abertamente nos debates políticos, tem-se assistido a intensa campanha para coagir a sociedade a seguir alguns princípios, autodenominados de progressistas, justos e livres. Esses princípios são aqueles a que a sociedade até há pouco chamava "porcalhões". As aulas devem mostrar órgãos sexuais às crianças e explicar os detalhes de carícias, coito e contracepção. A masturbação é natural, o impulso sexual deve ser promovido, se praticado com segurança, e há perfeita equivalência entre todas as opções sexuais. Pudor, castidade e matrimónio são disparates. Já deve ter reparado que no nosso tempo existe uma intensa controvérsia acerca das questões da família e do sexo. Aspectos consensuais há milénios são momentaneamente polémicos e vivemos enorme confusão de valores e critérios. Isso não nos deve escandalizar, porque todas as gerações têm os seus debates fundamentais. Se vivêssemos há uns séculos, ver-nos-íamos envolvidos em discussões, hoje abstrusas, acerca do sistema político, empresarial ou religioso. Aliás são os mesmos activistas revolucionários que, órfãos dessas antigas lutas político-económicas, vêm agora atacar a instituição familiar com a fúria dos velhos combates laborais. A alcova substituiu a empresa e o direito à greve foi trocado pelo direito ao deboche. Os esquerdistas andam agora paradoxalmente aliados a marialvas e proxenetas. Em consequência, o Governo, incapaz de resolver desemprego e falências, preocupa- -se com a facilitação do divórcio dos casais e a promoção do casamento de homossexuais. Os ministros, que fizeram explodir o défice, subsidiam abortos e querem distribuir preservativos gratuitos nas escolas. O mais incrível é não se darem conta do ridículo. As gerações futuras vão rir à grande com a tolice dos nossos políticos que pateticamente se encarniçam a regular o baixo-ventre. Devemos terçar armas nas lutas do momento mas sem temer pelos valores vitais. Em breve, as posições extremistas contra o matrimónio e a castidade, hoje julgadas indiscutíveis e gritadas com fúria, serão tão cómicas e obsoletas como são as ideias económicas do Bloco de Esquerda, tão respeitadas há 50 anos (altura em que também o PS as defendia). As tolices acabam sempre vencidas. O mal são as vítimas que criam entretanto. Felizmente, não são os partidos, deputados e especialistas em educação que dão aulas, mas os professores. Professores que em geral têm filhos e amam a família. O mundo é sempre melhor que a caricatura legal. JOÃO CÉSAR DAS NEVES Nome:P.Domingos Jorge Local:Maia Email:pdj@paroquiadamaia.net URL: Data:2009-01-09 09:34:48 Comentários:Uma notícia para ler e meditar: «Humanae Vitae»: profecia científica O presidente dos métodos católicos denuncia os perigos da pílula anticoncepcional Por Antonio Gaspari ROMA, quinta-feira, 8 de janeiro de 2009 (ZENIT.org).- Apesar de ter sido publicada há 40 anos, a encíclica Humanae Vitae ainda suscita um forte debate. Para alguns, inclusive dentro da Igreja Católica, trata-se de um texto inadequado aos tempos e insuficiente nas respostas, enquanto outros sustentam que se trata de uma encíclica «profética». Para estes últimos, o Papa Paulo VI fez bem em advertir contra o uso de anticoncepcionais, já que estes são perigosos para a saúde da mulher e para a relação dentro do casal. Neste contexto, o doutor espanhol José María Simón Castellví, presidente da Federação Internacional das Associações de Médicos Católicos (FIAMC), anunciou um texto em 4 de janeiro passado, com o título «40 anos depois da Encíclica Humanae Vitae, do ponto de vista médico», no qual se ilustram todos os problemas relativos à saúde da mulher, à contaminação ambiental e ao enfraquecimento e banalização das relações de casal que a pílula contraceptiva provocou. Sobre esta questão, o dr. Simón Castellví concedeu esta entrevista à Zenit. – Os críticos da Humanae Vitae sustentam que os anticoncepcionais trouxeram a emancipação feminina, progresso, saúde médica e ambiental. Mas segundo o informe da FIAMC, isso não é verdade. Pode explicar-nos por quê? – Simón Castellví: Os anticoncepcionais não são um verdadeiro progresso nem para as mulheres nem para o planeta. Compreendo e sou solidário com as mulheres que deram a vida a muitos filhos, mas a solução não está na contracepção, e sim na regulação natural da fertilidade. Esta respeita os homens e as mulheres. O estudo que apresentamos é científico e nos diz que a pílula é contaminadora e em muitos casos anti-implantatória, ou seja, abortiva. – O estudo sustenta de fato que a pílula denominada anovulatória, a mais utilizada, que tem como base doses de hormônios de estrogênio e progesterona, funciona em muitos casos com um verdadeiro efeito anti-implantatório. É verdade? – Simón Castellví: É verdade. Atualmente, a pílula anticoncepcional denominada anovulatória funciona em muitos casos com um verdadeiro efeito anti-implantatório, ou seja, abortivo, porque expele um pequeno embrião humano. E o embrião, inclusive em seus primeiros dias, é um pouco diferente de um óvulo ou célula germinal feminina. Sem essa expulsão, o embrião chegaria a ser um menino ou menina. O efeito anti-implantatório destas pílulas está reconhecido na literatura científica. Os investigadores o conhecem, está presente nos prospectos dos produtos farmacêuticos dirigidos a evitar uma gravidez, mas a informação não chega ao grande público. – O estudo em questão sustenta que a grande quantidade de hormônios no ambiente tem um efeito grave de contaminação meio-ambiental que influi na infertilidade masculina. Você poderia nos explicar por quê? – Simón Castellví: Os hormônios têm um efeito nocivo sobre o fígado, e depois se dispersam no ambiente, contaminando-o. Durante anos de utilização das pílulas anticoncepcionais se verteram toneladas de hormônios no ambiente. Diversos estudos científicos indicam que isso poderia ser um dos motivos do aumento da infertilidade masculina. Pedimos que se façam pesquisas mais precisas sobre os efeitos contaminadores desses hormônios. – O estudo elaborado pela FIAMC retoma as preocupações expressas em 29 de julho de 2005 pela Agência Internacional de Pesquisa do Câncer (International Agency for Research on Cancer), a agência da Organização Mundial da Saúde (OMS), segundo a qual os preparados orais de combinados de estrogênio e progesterona podem ter efeitos cancerígenos. Você poderia ilustrar-nos a gravidade destas implicações? – Simón Castellví: É grave que se esteja distribuindo um produto não indispensável para a saúde e que poderia ser cancerígeno. Esta não é uma opinião dos médicos católicos, mas da Agência da OMS que luta contra a difusão do câncer. Nós só citamos suas preocupações ao respeito. – Você e a associação que você representa sustentam que a Humanae Vitae foi profética ao propor os métodos naturais de regulação da fertilidade. Pode explicar-nos por quê? – Simón Castellví: O Papa Paulo VI foi profético também do ponto de vista científico. Com essa encíclica, ale alertou sobre os perigos da pílula anticoncepcional, como o câncer, a infertilidade, a violação dos direitos humanos, etc. O Papa tinha razão e muitos não quiseram reconhecer isso. Quando se trata de regular a fertilidade, são muito melhores os métodos naturais, que são eficazes e respeitam a natureza da pessoa. – Em um artigo publicado pelo L'Osservatore Romano («L'Humanae vitae. Una profezia scientifica», 4 de janeiro de 2009), você sustenta que os métodos anticoncepcionais violam os direitos humanos. Pode precisar-nos por quê? – Simón Castellví: No 60º aniversário da Declaração dos Direitos do Homem se pode demonstrar que os meios anticoncepcionais violam pelo menos cinco importantes direitos: O direito à vida, porque em muitos casos se trata de pílulas abortivas, e cada vez se elimina um pequeno embrião. O direito à saúde, porque a pílula não serve para curar e tem efeitos secundários importantes sobre a saúde de quem a utiliza. O direito à informação, porque ninguém informa sobre os efeitos reais da pílula. Em particular, não se adverte sobre os riscos para a saúde e a contaminação ambiental. O direito à educação, porque poucos explicam como se praticam os métodos naturais. O direito à igualdade entre os sexos, porque o peso e os problemas das práticas anticoncepcionais recaem quase sempre sobre a mulher. – A Humanae vitae sustenta que os anticoncepcionais influenciam negativamente na relação do casal, separando o ato de amor da procriação. Você poderia explicar-nos, como homem de ciência, esta afirmação? – Simón Castellví: A relação entre os esposos deve ser de total confiança e amor. Excluir com meios impróprios a possibilidade da procriação prejudica a relação de casal. O doar-se um ao outro deveria ser total e enriquecer-se pela capacidade da transmissão da vida. – Substancialmente, a Humanae vitae é um documento que une e reforça os casais; por que então tantas críticas? – Simón Castellví: Muitas das críticas foram sugeridas pelos interesses econômicos que estão por trás da venda da pílula. Outras críticas surgem daqueles que querem reduzir e selecionar a fertilidade e o crescimento demográfico. Finalmente, as críticas procedem também daqueles que querem limitar a autoridade moral da Igreja Católica. – O que teria acontecido se a Igreja não tivesse se oposto à difusão da pílula? – Simón Castellví: Não quero sequer pensar nisso. Só considerando o efeito abortivo das pílulas, a própria Igreja Católica seria hoje menos numerosa. Posso compreender o pensamento de milhões de mulheres que usam a pílula, mas quero sugerir que existe uma antropologia melhor para elas, a que a Igreja Católica propõe. Nome:Bruna H. Palhão e André Seabra Local:Maia Email:brunahpalhao@gmail.com URL: Data:2008-09-30 18:32:05 Comentários:Um beijo e um abraço a todos os que fazem parte da equipa e ao Padre Domingos! Adoramos o mimi CPM e concerteza que iremos fazer o próximo para uma experiência ainda melhor! Obrigado ao Jorge e à Armandina por todo o apoio e AMIZADE! Até breve! Nome:P.Domingos Jorge Local:Maia Email:pdj@paroquiadamaia.net URL: Data:2008-09-29 19:02:01 Comentários:É possível superar crises matrimoniais, assegura Papa Recuperar a esperança para que a chama do amor volte a arder CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 26 de setembro de 2008 (ZENIT.org).- Bento XVI não só está convencido de que é possível superar as crises matrimoniais, mas também constata que a relação dos casais que conseguem isso se torna mais profunda, seu amor fica reforçado. Porém, para que a chama do amor volte a arder, o Papa constata a necessidade de pessoas que apóiem os cônjuges nos momentos de escuridão, sobretudo dando-lhes esperança, contra a corrente comum hoje em dia de apresentar o divórcio como a solução. Assim explicou o pontífice nesta sexta-feira, ao receber os participantes do encontro internacional do movimento Retrouvaille (http://www.retrouvaille.org), iniciativa surgida da «providencial intuição» – assim a qualificou o Santo Padre – do casal canadense Guy e Jeannine Beland, em 1977, para ajudar os casais em grave crise. O bispo de Roma considerou que a crise conjugal – falava de «crises sérias e graves» – constitui uma realidade «com duas faces». Por um lado, explicou, «apresenta-se, especialmente em sua fase aguda mais dolorosa, como um fracasso, como a prova de que o sonho acabou ou se transformou em um pesadelo e, infelizmente, ‘não há nada a fazer’». No entanto, segundo o Papa «há outra face, que nós desconhecemos com freqüência, mas que Deus vê. Toda crise, de fato – a natureza nos ensina –, constitui o passo a uma nova fase da vida. Ainda que no caso das criaturas inferiores isso aconteça de maneira automática, no ser humano implica a liberdade, a vontade e, portanto, uma ‘esperança maior’ que o desespero». É nesse momento que o trabalho de pessoas como as que participam no movimento Retrouvaille é necessária, indicou o Papa. «Nos momentos mais escuros, os cônjuges perderam a esperança; então se dá a necessidade de outras pessoas que a custodiem, de um ‘nós’, de uma companhia de autênticos amigos que, com o máximo respeito, mas também com sincera vontade de bem, estejam dispostos a compartilhar algo de sua própria esperança com quem a perdeu. Mas não de maneira sentimental ou superficial, e sim organizada e realista.» Deste modo, no momento da ruptura, oferecem ao casal «uma referência positiva na qual confiar frente ao desespero». «De fato, quando a relação se degenera, os cônjuges caem na solidão, tanto individual como de casal. Perdem o horizonte da comunhão com Deus, com os demais e com a Igreja. Então, vossos encontros oferecem o ‘amparo’ para não se perder totalmente e para voltar a subir pouco a pouco a montanha.» Por este motivo, apresentou às pessoas que ajudam os casais em Cristo como «custódios de uma esperança maior para os esposos que a perderam». «Quando um casal em dificuldade ou – como demonstra vossa experiência – inclusive já separado, se encomenda a Maria e se dirige Àquele que fez dos dois ‘uma só carne’, pode estar seguro de que a crise se converterá, com a ajuda do Senhor, em um momento de crescimento e que o amor será purificado, amadurecido, reforçado.» Isso, advertiu Bento XVI, «só Deus pode fazer, Ele que quer servir-se de seus discípulos como de válidos colaboradores para aproximar-se dos casais, escutá-los, ajudá-los e redescobrir o tesouro escondido do matrimônio, o fogo que foi sepultado sob as cinzas». «Reaviva e faz que volte a arder a chama; certamente, não como no enamoramento, mas de uma maneira diferente, mais intensa e profunda: porém, é sempre a mesma chama», afirmou. O Programa Retrouvaille, segundo explica em seu site, consiste em viver um fim de semana combinado com uma série de 6 a 12 sessões de fim de semana durante três meses. Oferece instrumentos para ajudar o casal a reordenar a sua vida. O programa sublinha particularmente a comunicação no matrimônio entre o homem e a mulher, dando aos esposos a oportunidade de redescobrir-se mutuamente e de examinar suas vidas juntos de uma maneira positiva e nova. Nome:Pedro e Rosa Salbani Local:Gemunde Email:psalbani@gmail.com URL: Data:2008-08-12 20:06:00 Comentários:Nem sempre o que chega tarde é mau..... Acabou mais um CPM, o 68º, mais uma vez podemos afirmar com toda a sinceridade que fizemos mais amigos. Aprendemos muito quer com os casais animadores, nossos colegas deste CPM, quer com os noivos que estiveram presentes. É impressionante a vontade de DAR que se transpira nestes encontros onde todos queremos partilhar experiencias, expectativas, alegrias e tristezas. Espero que os noivos tenham gostado desta partilha e que esse gosto se transforme em mais partilha quer com amigos quer com familiares. Porque agora tambem voces,noivos, tem responsabilidades no esclarecimento, na divulgação destes encontros. Só temos pena deste CPM ter calhado no meio da nossa dieta, pois já nos tinhamos esquecido que bolos maravilhosos aparecem por lá......brincadeira á parte, desejamos tudo de bom aos noivos, desejamos que as pessoas envolvidas na direcçao do CPM na MAIA continuem a ser iluminados pela Nossa Senhora do Bom Despacho e como um amigo nosso costuma dizer: " QUE A NOSSA SENHORA DO BOM DESPACHO DESPACHE O VOSSO PEDIDO " Beijos da Rosa Abraços do Pedro Até a proxima Nome:Pedro Antunes Local:Vermoim Email:pedantunes@hotmail.com URL: Data:2008-05-29 20:03:37 Comentários:Vai comerçar mais um CPM na Vigararia da Maia no dia 02.06.2008 na Igreja de Gueifães. Que os pares de noivos que vão aparecer, busquem no CPM o verdadeiro sentido e significado da celebração do matrimónio: que é testemunho, anúnico e celebração da fé em Jesus Cristo. Um abraço, Pedro Antunes Nome:arroteia1804 Local:milheirós Email:ARROTEIA1804@SAPO.PT URL: Data:2008-05-23 16:15:50 Comentários:MORAL DESTE CONTO, TODOS OS C P Ms SÃO COMO ESTA CAIXINHA, DEPOIS DE CONCLUIDOS, TEMOS QUE OS ABRIR DE CUANDO EM CUANDO, PARA MATAR AS SOUDADES QUE SÃO MUITAS! Nome:arroteia1804 Local:milheirós Email:ARROTEIA1804@SAPO.PT URL: Data:2008-05-23 16:10:10 Comentários:Autor: desconhecido Há algum tempo atrás, um homem castigou a sua filha de 3 anos por desperdiçar um rolo de papel de presente dourado. O dinheiro era pouco naqueles dias, razão pela qual o homem ficou furioso ao ver a menina a embrulhar uma caixinha com aquele papel dourado e a colocá-la debaixo da árvore de Natal. Apesar de tudo, na manhã seguinte, a menina levou o presente ao seu pai e disse: "Isto é para ti, Papá!" Ele sentiu-se envergonhado da sua furiosa reacção, mas voltou a "explodir" quando viu que a caixa estava vazia. Gritou e disse: "Tu não sabes que quando se dá um presente a alguém, coloca-se alguma coisa dentro da caixa?" A menina olhou para cima, com lágrimas nos olhos, e disse: "Oh Papá, não está vazia. Eu soprei beijinhos para dentro da caixa. Todos para ti, Papá". O pai quase morreu de vergonha, abraçou a menina e suplicou-lhe que lhe perdoasse. Dizem que o homem guardou a caixa dourada ao lado da sua cama por anos e, sempre que se sentia triste, chateado, deprimido, pegava na caixa e tirava um beijo imaginário, recordando o amor que a sua filha ali tinha colocado. De uma forma simples, mas sensível, cada um de nós tem recebido uma caixinha dourada, cheia de amor incondicional e beijos dos nossos pais, filhos, irmãos e amigos... Ninguém tem uma propriedade ou posse mais bonita que esta Nome:Artur e Sónia Local:Águas Santas Email:artur-sousa@iol.pt URL: Data:2008-05-02 23:53:57 Comentários:Ora bem, como é que vou começar . . . . . . Primeiro por dizer que fizemos um ano de casados no passado dia 28 de Abril e que não podiamos estar mais de acordo com o que disseram a Té e o André e relação ao CPM. Quem houve falar em CPM faz cá um filme, Deus me livre, é o "eu não nem quero saber", "epá aquilo é só igreja, grande seca", vou para lá aturar o Padre" (peço perdão aos Padres no geral) enfim, só tolices, porque quem por lá passou não pensa assim, certo??? Em especial queromos deixar uma palavra de apreço aos nossos coordenadores, a Saozinha e o Zé Guilherme, á Armandina e ao Jorge, todos "tolos" (eles sabem o que queremos dizer) e também em especial ao Diácono Jorge, ou seja, ao Jorge que ele é cá dos nossos, por vezes existem jovens com muito menos espiríto do que ele. É uma ajuda para qualquer e portanto queremos deixar-lhe aqui um abraço de agradecimento por tudo e que continue assim por muitosanos. Não podiamos deixar de falar dos casais animadores, para todos (os três) um grande beijo de carinho e amor, mas com especial incidência para o Tomé e a Zi que foram impecáveis connosco, eles sabem pelo que passaram para aturar o "nosso" grupo, éramos os piores sem sombra de dúvidas, sempre a falar, a responder, a participar, a querer ajudar, enfim, só posso dizer uma coisa, DUROU POUCO TEMPO. Desde já nos despedimos, não sem antes dizermos o seguinte, se depois deste texto todo bem escrito e cheio de "palha" ainda estiver alguém com dúvidas se vai fazer o CPM, então que pense duas vezes, isto é bem melhor do que ir ao cinema, ao futebol, para a praia, etc etc etc. CPM FOREVER, pelo menos o 63ºCPM - de longe o melhor de sempre, do mundo e arredores. Um grande beijo para todos são os votos do Artur e da Sónia. Nome:Té e André 67.º CPM grupo 6 Local:Maia Email:tecasba@hotmail.com URL: Data:2008-04-28 10:06:06 Comentários:Vamos casar em Setembro e foi sugerido fazer um CPM, logo pensamos "que seca" vamos á primeira "aula" e não vamos a mais, problemas e testemunhos temos os da nossa família!!!! Foi então que fomos, e a meio da 1º "aula" estávamos a pensar: " Vamos embora, não vamos aprender nada de novo, não queremos fazer isto". Mas não fomos e ficamos até ao fim, na próxima "aula" lá estávamos nós de novo e por incrível que pareça sempre fomos os primeiros a chegar e fizemos o CPM com a maior vontade , o maior desejo, ainda hoje não percebemos porque, talvez por nós mesmos!!! pelas pessoas fantásticas que conhecemos, pelo que ouvimos e pelo que vimos! foi um grupo fantástico apesar de termos que agradecer mais propriamente a Albina e Manuel Joaquim e ao Padre José Silva, por tudo de bom que nos passaram. OBRIGADA. O grupo 6 era o grupo dos "pestinhas" mas muito trabalhadores e empenhados, sempre com um sorriso, com uma palavra meiga com um gesto simpático, devemos desde já dizer que deste grupo nasceram muitas amizades e valiosas, as quais também agradecemos do fundo do coração. Não descurando ninguém, mais uma vez agradecemos ao Manuel e Albina e ao grupo 6 pois: Com vocês aprendemos que o amor é o maior dos sentidos; Que o carinho é essencial; Que a vida é uma dádiva de Deus; Que cada pequeno gesto é um grande gesto; Que o caminho certo está lá, basta querer vê-lo; Que é possível sonhar quando já não há mais esperança; E que na terra existem anjos, sempre dispostos a ajudar, indicando e dando a luz certa para a nossa vida. E por não sabermos como agradecer fica apenas um grande OBRIGADA a todos. Que a vida que a todos nos espera seja cheia de paz amor , respeito e muita felicidade. Felicidades para todos os noivos e os melhores cumprimentos com o devido respeito e carinho para o Manuel e Albina. A quem não fez CPM : façam ,vão adorar... acreditem! Teresa & André Nome:MANUEL JOAQUIM / ALBINA Local:S.Pedro Fins Email:mjsmarq@sapo.pt URL: Data:2008-04-19 18:26:25 Comentários:CPM67 - 6º GRUPO Acabou o motivo das nossas reuniões (não a motivação) e a saudade foi notória. A vida continua, deve continuar, deve ser vivida e do curto espaço em que as nossas vidas se cruzaram fica a respectiva marca, que é a influência que temos sempre uns sobre os outros e a respectiva recordação. Foi bom a partilha que fizemos das nossas vidas (casal e noivos) e podemos assegurar como casal animador que recebemos muito mais do que aquilo que demos. As palavras que ouvimos no fim por iniciativa do grupo foram a recompensa que nos emocionou, quer pela surpresa, quer pela autenticidade de todo o grupo. Verificámos a ansiedade de todos em manter e dinamizar o laço com que o acaso (? ou não) os juntou. Façam o favor de ser felizes, porque é a única forma de fazerem também os outros felizes (não se esqueçam: ninguém pode dar o que não tem! Quem não for feliz, bom, honesto, trabalhador, etc., não consegue transmitir esses valores). Portanto, cuidem-se, que a vida é feita de autenticidade. Anexamos o testemunho do grupo 6. Comentários para quê? Votos das maiores felicidades para todos e que transmitam essa felicidade ao fruto do vosso amor e a todos os que vos rodeiem. Albina / Manuel Joaquim "CPM67 – MAIA – 18/4/2008 Obrigada, valeu a pena... Valeu a pena? Sim, valeram dias sem jantar, noites de sono com menos horas e dores de barriga de tanto rir.... Sim valeu a pena conhecer um grupo fantástico, caminhar juntos, partilhar, conversar e até descambar!!! É pena deixar para trás momentos plenos de união e companheirismo, mas não podemos parar o tempo, é necessário seguir em frente com a vida e concretizar todos os nossos objectivos com a ajuda da "bagagem" que daqui levámos. O início da amizade fica, assim como o respeito e as boas lembranças jamais serão esquecidas. Este texto de agradecimento é a confirmação do esforço, da dedicação, da a amizade e até das "loucuras" partilhadas na nossa sala do sótão de cadeiras duras... Ainda não chegamos ao fim, pois a jornada é longa, mas temos a certeza que o caminho que nos espera reserva boas surpresas, por tudo de bom, pelas brincadeiras, pelo amor afirmamos: sim valeu a pena e obrigada Albina e Manuel Joaquim. Grupo 6" Nome:Domingos Jorge Local:Maia Email:pdj@paroquiadamaia.net URL: Data:2008-04-18 16:49:28 Comentários:Luís, Li a tua comunicação. É natural que estejas agastado, pelo que disseram, e ainda para mais, difamando, a tua noiva. Ninguém gosta de ouvir mentiras. Entretanto, quero dizer-te (vos) que o CPM não é culpado disso. O CPM é um meio para vos esclarecerdes sobre o casamento e , na troca de opiniões, alicerçardes as vossas convicções humans e cristãs. Não deixeis de ir ao CPM. E mais: O ir até esclarece muita gente que possa ter pensado mal. Quem espalha erros não irá colher frutos doces.E se tendes aconsciência em paz não deixeis que ela a perca por uma difamação. Deixa que te (vos) diga: Frequentai o CPM e não deixeis de pôr aqui as vossas dúvidas e as vossas certezas. Todos os que lerem se enriquecerão. Nome:Luís de Sousa Local:Alcochete Email:ldesousa@gmail.com URL: Data:2008-04-07 13:24:07 Comentários:Vi o vosso site que achei muito interessante. Estou noivo, e pretendo casar dentro de um ano, contudo, há quem tente a todo o custo que isso não aconteça, difamando a minha futura esposa. O caso mais grave, foi de a terem acusado de no passado ter recorrido a uma clinica em espanha na zona da Galiza para realizar um aborto clandestino! Tal, para além de ser mentira, é uma clara violação da privacidade da pessoa em causa, sendo difamatório e afecta e de que maneira o bom nome da pessoa em causa. Além de que é devassa da vida privada e familiar, neste caso dela. Pode em algum caso um ministro da comunhão, sabendo disto calar-se e recusar-se a testemunhar afirmando que alguém foi junto dele difamar uma outra pessoa com o claro intuito de a prejudicar ? Poderá esta pessoa continuar no exercício das suas funções no seio da Igreja ? Algo que dá que pensar, creio eu! Nome:P.Domingos Jorge Local:Maia Email:pdj@paroquiadamaia.net URL: Data:2008-02-05 21:01:47 Comentários:Ante polêmica no carnaval, bispo médico explica que pílula do dia seguinte é abortiva Por isso, ela «é moralmente inaceitável», afirma Dom Antônio Augusto Dias Duarte Por Alexandre Ribeiro BRASÍLIA, quinta-feira, 31 de janeiro de 2008 (ZENIT.org).- Um bispo brasileiro que também é médico explica que a pílula do dia seguinte é sim abortiva e que sua distribuição durante o carnaval não pode ser feita de maneira indiscriminada, não só pelo fato do fármaco ser «moralmente inaceitável», mas também porque pode «acarretar sérias complicações à saúde da mulher». Dom Antônio Augusto Dias Duarte, médico e bispo auxiliar do Rio de Janeiro, membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), manifestou-se por meio de nota essa quarta-feira, em apoio ao arcebispo de Recife e Olinda, Dom José Cardoso Sobrinho, diante da ação da Igreja local contra a distribuição da pílula do dia seguinte. A Igreja se manifestou diante da decisão da prefeitura de Recife de distribuir a pílula do dia seguinte durante o carnaval, que no Brasil se celebra nos próximos dias 2 a 5 de fevereiro. A Pastoral da Saúde da arquidiocese de Olinda e Recife encaminhou um documento ao Ministério Público pedindo que fosse suspensa a distribuição do medicamento, não só durante o carnaval, mas definitivamente, por seu caráter abortivo. O aborto no Brasil é crime, com exceções da lei em casos de estupro e risco de vida para a gestante. Segundo Dom Antônio Dias Duarte, a intervenção do arcebispo de Recife e Olinda é acertada, pois o prelado «é movido por zelo pastoral e por fundamentadas motivações éticas, e sua iniciativa merece todo o nosso apoio». O bispo e médico destaca primeiramente em sua nota que «qualquer tipo de pílula anticoncepcional é um fármaco, que pode ter efeitos colaterais prejudiciais ao organismo da mulher, e seu uso deve ser acompanhado com adequados critérios clínicos, e mediante receita médica». Dom Antônio Dias Duarte explica que «dentre os anticoncepcionais, a assim chamada pílula do dia seguinte – também denominada contracepção de emergência – apresenta o agravante de ser abortiva». De fato – prossegue –, «trata-se de um recurso usado para interceptar o desenvolvimento do concepto após uma relação sexual dita “desprotegida”, isto é, quando não foi usado um método anticoncepcional e se supõe que houve uma fecundação e o início de uma gravidez». «Para interceptar o concepto, essa pílula deveria ser ingerida dentro das primeiras 72 horas após a relação sexual que se presume tenha sido durante o período fértil da mulher e que tenha ocorrido a fecundação.» Na composição dessa pílula – afirma o bispo auxiliar do Rio de Janeiro – «estão presentes os hormônios femininos estrogênio e progesterona em altas doses, segundo o protocolo de Iuzpe, e eles têm a função de alterar as fases do desenvolvimento da parede uterina (endométrio), impedindo assim a nidação (ou seja, a fixação no útero materno) da pessoa recém-concebida». O bispo explica que «o uso desses hormônios em alta dose pode acarretar sérias complicações à saúde da mulher, como os tromboembolismos». Além disso, «sua ingestão nas primeiras 72 horas após a concepção provoca, na verdade, um aborto químico, tão gravemente imoral quanto o aborto cirúrgico». Por tudo isso – afirma Dom Antônio Dias Duarte –, «o uso da pílula do dia seguinte é moralmente inaceitável, ainda mais quando sua distribuição é feita de maneira indiscriminada e com o uso do dinheiro público». Nome:Jorge Lopes Local:Gueifães/ Maia Email:jorgelopes@oniduo.pt URL: Data:2007-11-13 11:30:54 Comentários:O SURDO REGRESSO DA LEI DE SEPARAÇÃO João César das Neves professor universitário naohaalmocosgratis@fcee.ucp..pt O Governo faz de sonso. O assunto é sério e as consequências graves, mas por razões ideológicas o Executivo anda no "bate e foge". A 18 de Maio de 2004 foi assinada no Vaticano a nova Concordata entre Portugal e a Santa Sé, aprovada pela Assembleia da República a 16 de Novembro (resolução 74/2004). Desde então... nada. A Concordata tem de ser regulamentada por uma quantidade de diplomas complementares e, enquanto não é, continuam em vigor as regulamentações da anterior Concordata de 1940. Mas o Governo finge-se distraído e actua como se não existissem regras. Os funcionários vão minando e agredindo e, quando os bispos reagem, o primeiro-ministro acode pressuroso assegurando não pretender uma questão religiosa. A situação é compreensível e até normal. Todos os países crentes têm sempre uma activa minoria anti-religiosa. O ateísmo como a superstição são subprodutos extremos do mesmo tipo de sociedade. Aliás, muito do fervor e zelo que tantos anticlericais põem na sua acção pode ser visto como manifestação de intensa fé mística. Por isso o mundo tem uma longa história deste tipo de embates, aliás profetizados pelo próprio Cristo. Mas em Portugal, curiosamente, ambos os lados aprenderam da maneira mais dura os enormes custos dessa luta. Por isso hoje por cá o combate é surdo e oculto. Os católicos foram os primeiros a compreender que a reacção violenta tem terríveis prejuízos. O miguelismo, que tentou responder frontalmente à crescente onda jacobina, não só foi derrotado mas gerou a longa e degradante servidão da Igreja sob o jugo liberal na segunda metade de Oitocentos. Com a Lei de Separação da I República foi a vez de maçons e laicistas imporem a sua vontade pela força, tentando erradicar a oposição. O resultado foram 48 anos de exílio e ditadura salazarista. Hoje, finalmente, ambos os lados aprenderam que têm de viver juntos. Isso não impede que, em certos momentos políticos, os mais fervorosos tentem agredir o outro lado. O Governo Sócrates, talvez inspirado pelas tolices de Zapatero, que brinca com o fogo aqui perto, tem-se revelado particularmente virulento. A Igreja tem em Portugal uma vastíssima acção social, com enormes benefícios para toda a comunidade. Na saúde, educação e imprensa, no património, animação cultural e assistência, no combate à pobreza, solidão e doença, nas prisões, hospitais, forças armadas, nas capelas mortuárias e cemitérios. A esmagadora maioria das IPSS, creches, ATL, centros de dia e jornais regionais pertencem à Igreja. Uma enorme percentagem das escolas privadas, clínicas, grupos culturais, apoios domiciliários são animados pelos cristãos. Houve tempos em que a fé era simplesmente a vida, sem se dar pela diferença. Hoje, que gostamos de contabilizar essas coisas, a influência da Igreja é literalmente incalculável. Apesar disso, provavelmente por causa disso, a animosidade contra a Igreja permanece palpável, sobretudo em certas épocas. O método tradicional é o lento estrangulamento. O Estado tributa furiosamente para depois com esse dinheiro fazer mal aquilo que a Igreja faz bem. Entretanto os inspectores paralisam as instituições católicas com regulamentos e exigências tolas. Este método tem a vantagem de fingir que se faz política social e promoção da qualidade. O mais incrível é a flagrante insensibilidade para com a sorte e o bem-estar dos pobres, doentes, crianças, necessitados, que se diz proteger mas são usados como joguete na campanha ideológica. Ultimamente avançou-se para um confronto mais aberto. Em nome da igualdade abstracta das religiões oprime-se a única que tem real expressão social. Os capelães hospitalares, prisionais e castrenses fazem um serviço inestimável e insubstituível. O Estado decide intrometer-se na intimidade das pessoas só para complicar e estragar. A Igreja beneficia com estas perseguições. Mesmo hipócritas e veladas, elas desinstalam-na, estimulam-na, purificam-na. Se não fosse o enorme sofrimento que causam nos pobres, até se deviam aplaudir estes ataques. Nome:P.Domingos Jorge Duarte do Aido Local: Email:pdj@paroquiadamaia.net URL: Data:2007-11-07 14:06:26 Comentários:Exmos Senhores O deputado português ao Parlamento EuropeuJosé Ribeiro e Castro denunciou hoje junto das instâncias comunitárias a situação de discriminação fiscal que afecta em Portugal os pais casados e viúvos. Em perguntas dirigidas à Comissão e ao Conselho, Ribeiro e Castro refere que “em Portugal, o código do IRS penaliza fortemente, no plano fiscal, os pais casados ou viúvos, ao não permitir que possam deduzir ao seu rendimento o valor de 6.500 EUR por filho, embora os pais com qualquer outro estatuto pessoal ou estado civil o possam fazer através da pensão de alimentos”. Esta situação motivou uma petição divulgada pelo Fórum da Família, que já recolheu 25.444 assinaturas e, como recorda o eurodeputado nas mesmas perguntas, “a existência e a injustiça desta discriminação foram reconhecidas publicamente pelo ministro das Finanças no programa “Prós e Contras” transmitido pela RTP-1 em 6 de Novembro de 2006”. Porém, acrescenta Ribeiro e Castro, “a proposta de Orçamento de Estado para 2008 mantém esse regime diferenciado, embora, na linha de contínuo agravamento tributário do actual Governo socialista, proponha o abaixamento daquele tecto para 6.000 EUR”. Considerando que este quadro legal “é susceptível de integrar violação de normas da Constituição da República Portuguesa” e também de “integrar violação de princípios de direito comunitário, em razão do imperativo de combater todas as formas de discriminação no quadro da União Europeia”, Ribeiro e Castro recorda preceitos da Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia que “tutelam a igualdade e a não-discriminação” e, bem assim a norma de dever ser “assegurada a protecção da família nos planos jurídico, económico e social”. Da Comissão Europeia, Ribeiro e Castro quer saber se “pode abrir procedimento de averiguações sobre este caso de discriminação tributária em prejuízo dos pais casados e viúvos” e se a Comissão considera que “esta situação de clara discriminação fiscal em Portugal é susceptível de violar regras ou princípios de direito comunitário seja no quadro actualmente vigente, seja sobretudo no quadro que resultará da entrada em vigor do novo Tratado Reformador recentemente adoptado no âmbito da CIG”. Ao Conselho, por seu turno, o deputado Ribeiro e Castro pede para “analisar proximamente esta questão no âmbito das suas formações de forma a velar por que, no espaço da União Europeia, incluindo em Portugal, não se mantenham situações de discriminação tributária em prejuízo dos pais casados e viúvos”. O Fórum da Família agradece esta iniciativa do Eurodeputado Ribeiro e Castro junto das instâncias europeias e espera que o Governo português, que actualmente exerce a Presidência, acabe com esta discriminação conforme solicitado na petição http://www.forumdafamilia.com/peticao. 5 de Novembro de 2007 Pelo Fórum da família Fernando Castro APFN - Associação Portuguesa de Famílias Numerosas Nome:Tomé & Zi Local:Maia Email:jftome@oniduo.pt URL: Data:2007-11-05 17:56:15 Comentários:O CASAMENTO O casamento foi instituído por Deus quando criou o homem e a mulher. Para os cristãos, Jesus Cristo elevou-o à categoria de Sacramento. Sacramento quer dizer “sinal sagrado”. Os noivos que acreditam em Jesus Cristo, que querem a protecção de Deus e que querem fazer parte de uma comunidade cristã, devem casar-se, recebendo o sacramento do matrimónio. "O sacramento do Matrimónio confere aos esposos a graça de se amarem com o amor com que Cristo amou a sua Igreja. A graça do sacramento aperfeiçoa assim o amor humano dos esposos, dá firmeza à sua unidade indissolúvel e santifica-os no caminho da vida eterna." in Catecismo da Igreja Católica Neste dia, em que se inicia o 66ª CPM da Vigararia da Maia, queremos convidar todos os noivos (aqueles que já fizeram o CPM e os que hoje o vão iniciar) a rezar connosco: "Sabemos e reconhecemos, ó Deus, que, no nosso amor, Tu estás presente e que, de Ti, recebemos este imenso presente, presente tornado nosso, e que nós nos oferecemos. Vimos diante de Ti, Senhor, celebrar este amor e declará-lo, e, pronunciando o nosso SIM para sempre, ouviremos o Teu, pois comprometemo-nos livremente. Tu comprometes-Te connosco. Acreditamos que este recíproco compromisso é sacramento de Amor, por nós dado, por nós recebido, para que seja estabelecida a nossa aliança, na Tua Aliança com a Humanidade. Acreditamos que desposaste a Humanidade inteira, dando-lhe o Teu corpo, para, com ela, «fazer uma só carne». E acreditamos que também nós, se formos puros, libertos do egoísmo, oferecendo-nos um ao outro com alegria, carne unida em solene comunhão, enxertaremos o Teu Amor, na carne do Mundo. Acreditamos que Tu salvas os nossos amores que, demasiadas vezes, vacilam e caem, libertando-os da poeira e da lama da estrada, E levando-os no Teu coração, até ao alto da cruz, arranca-los à morte, para os fazeres florir até ao Céu do Teu Pai. E acreditamos que, também nós, esforçando-nos por nos amarmos cada dia mais, ConTigo vitorioso das cruzes erguidas sobre os nossos caminhos, daremos ao nosso amor a sua dimensão de eternidade." Michel Quoist in "Falai-me de Amor" Nome:Pedro Antunes Local:Vermoim - Maia Email:pedantunes@hotmail.com URL: Data:2007-11-04 19:42:51 Comentários:Queria desejar todas as felicidades para no novo CPM que vai começar dia 05.11.2007 na Maia, e que os casais encontrem nele o verdadeiro siginificado do matrimónio. Acreditem que o CPM é uma verdadeira prenda... Um abraço, Pedro Antunes Nome:P.Domingos Jorge Duarte do Aido Local:Paróquia da Maia Email:pdj@paroquiadamaia.net URL: Data:2007-09-11 15:45:26 Comentários:A DESGRAÇA DO SÉCULO João César das Neves professor universitário naohaalmocosgratis@fcee.ucp..pt Este tempo sofre muitas desgraças, na guerra, ambiente, saúde, etc. Mas a maior de todas é acreditar nos contos de fadas. Essas lendas infantis são muito antigas e sucessivas gerações as narraram, mas todas sempre souberam que se tratava de fantasia. Este é a primeira época que realmente acredita nelas, criando terríveis efeitos sociais. Os contos de fadas têm muitas personagens fictícias, mas as mais incríveis são... o príncipe e a princesa. São incríveis, porque aquilo que fazem no conto é sempre casar e viver felizes para sempre. Ora toda a gente que está casada sabe que não se consegue viver feliz para sempre. Esse desejo é, aliás, o maior obstáculo à construção da verdadeira felicidade. Os casais bem sucedidos, aqueles que se amam para sempre, não são sempre felizes. Vivem no meio de alegria e comunhão, mas também de ocasionais dúvidas e zangas, bastantes sofrimentos e desilusões. Amam-se sempre, mas muitas vezes com alguma infelicidade. Neste mundo nenhum ser humano consegue ser feliz para sempre, sobretudo a dois. Dizer isto hoje é a suprema heresia, pois, com fé inabalável na televisão, este tempo acredita piamente nesse aspecto central dos contos de fadas. Os jovens hoje, livres de fazer o que quiserem, sentem direito a felicidade principesca. Passado o fogo inicial, perante o menor problema, obstáculo, desentendimento, concluem que se enganaram. Se não conseguem ser sempre felizes, então este não é o prometido parceiro encantado. Desfazem a união partindo esperançados para outra. Os tempos antigos sabiam tudo sobre namoro, amor, paixão. Mas também sabiam que casamento era mais que contos de fadas. Casamento era família, futuro, estatuto, estabilidade. Construir um amor a dois, estabelecer uma casa, assegurar uma herança, perpetuar e educar uma prole dá muito trabalho. São coisas demasiado importantes para serem deixadas a fantasias. Havia muitos casais felizes, mas muitos mais casais sólidos. Nesses tempos um casamento não era um contrato que as partes podiam denunciar. Era um casamento. A solução antiga estava longe de ser perfeita, gerando infidelidades, frustrações, recriminações. Mas evitava o descalabro actual. Porque a nossa crença nos contos de fadas criou um caos social de primeira grandeza. E, pateticamente, não reduziu as infidelidades, frustrações e recriminações. Só as tornou banais. Procuramos escondê-lo para podermos manter a fé nos sonhos, mas essa fé trouxe a desarticulação da família, com consequências sociais devastadoras. A família é a célula-base da sociedade. Antigamente nunca se dizia isto, porque se vivia isto. Os princípios só são enunciados ao deixarem de ser respeitados. Quando a finalidade central deixou de ser a família para ser o conto de fadas, surgiu a desgraça do século. Chamamos "novos tipos de famílias" aos estilhaços resultantes dessa desgraça. O casamento passou a ser uma relação mais fluída que o vínculo laboral. Os casais habituaram-se a desligar a sua vida real do momentâneo sonho idílico. As crianças passaram a viver órfãs com pais vivos ou, pior, com demasiados pais. O mais terrível é que a fé nos contos de fadas, além de minar os fundamentos da sociedade ocidental, não trouxe mais felicidade. Trouxe vidas decepadas, estraçalhadas, remendadas. Adultos desenganados, cínicos, apáticos, ou viciados, tacanhos, corruptos. Idosos desamparados, solitários, tristes. Nem a evidência da explosão da depressão, droga, crime e suicídio, apesar da prosperidade, nos fazem perceber que há algo de muito errado na nossa opção. Há mais liberdade, mas não se vêem hoje mais pessoas felizes, mesmo que seja só por algum tempo. Há mais embriaguez, sofisticação, reinvindicações, mas não mais felicidade. Antes, sem poder escolher, muitos aprendiam a ser felizes com o que tinham. Hoje, sonhando com o impossível, tantos sacrificam a felicidade realizável por sonhos enganadores. Não espanta que o tempo que acredita nos contos de fadas tenha sido aquele que criou um novo tipo de novela: o filme de terror. Obs. Recebi, via internet. Acopnselho a ler e a divulgar. Nesta sociedade vazia ainda há quem tente g com seriedade semear a esperança. Esta tem de ser cultivada por quem a quer e não será fruto duma emoção passageira. P.Domingos Jorge Nome:Jorge Lopes Local:Gueifães-Maia Email:jorgelopes@oniduo.pt URL: Data:2007-09-08 11:47:26 Comentários:Ex-ministra que introduziu aborto na França muda de opinião Comentário de Simone Veil ante as clínicas abortistas da Espanha PARIS, quarta-feira, 20 de junho de 2007 (ZENIT.org).- Simone Veil, a ex-ministra francesa de saúde que introduziu a lei de despenalização do aborto em 1975, reconhece que a ciência está demonstrando a existência de vida desde a concepção. «Cada vez é mais evidente cientificamente que desde a concepção trata-se de um ser vivo», afirma a primeira mulher em presidir o Parlamento Europeu de Estrasburgo entre 1979 e 1982. Seus comentários aconteceram no contexto da reportagem difundida pelo canal de televisão «France 2», em 14 de junho, no qual se mostra como na Espanha se realizam abortos até no oitavo mês de gravide z, informa a revista de imprensa da Fundação Jérôme Lejeune (http://www.genethique.org). No documentário, vê-se a uma jornalista grávida de oito meses a quem é proposto um aborto em uma clínica privada da Barcelona pelo preço de 4.000 euros. Simone Veil, de origem judaica, que sofreu a deportação a Auschwitz, reconhece que esta situação é «espantosa», mas que legalmente não é possível impedir as mulheres européias de viajar para a Espanha, pois a Corte européia afirmou que se trata de uma questão própria das legislações nacionais, e não da Europa. A investigação jornalística constata que na França começa a ser difícil encontrar médicos dispostos a praticar o aborto por causa da objeção de consciência. «Não se pode obrigar a pessoa a ir contra suas convicções», afirma Veil, prêmio Príncipe de Astúrias de Cooperação Internacional 2005. Ao referir-se à introdução da lei do aborto na França, revela a antiga ministra, «o único assunto que havia negociado com a Igreja tinha sido a impossibilidade de forçar os médicos. É um ponto que é preciso manter, pois não se pode obrigar ninguém a ir contra suas convicções». Nome:P.Domingos Jorge Duarte do Aido Local: Email:pdj@paroquiadamaia.net URL: Data:2007-07-26 16:40:32 Comentários:Santa Sé (Recebi ---- para reflectir) ________________________________________ Ante grande difusão do divórcio, Papa pede prevenção e acompanhamento Resposta à pergunta de um sacerdote CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 25 de julho de 2007 (ZENIT.org).- Em uma sociedade na qual o divórcio está se convertendo em um fenômeno de massa, Bento XVI pede às comunidades católicas que respondam com «prevenção» e «acompanhamento». É o conselho que ofereceu na terça-feira em uma sessão de perguntas e respostas da qual participaram 400 sacerdotes das dioceses de Belluno-Feltre e Treviso, na igreja de Santa Justina Mártir, em Auronzo, localidade próxima a Lorenzago di Cadore, onde ele passa as férias. Para o Papa, a grande novidade do fenômeno, com relação ao passado, é que o divórcio já faz parte da vida de muitas pessoas, convertendo-se em algo normal, e ofuscando a visão do matrimônio indissolúvel. Dois axiomas «O Direito Canônico supõe que o homem como tal, ainda que não tenha uma grande educação acadêmica, pretenda contrair matrimônio segundo a natureza humana, como indicam os primeiros capítulos do Gênesis. É homem, tem a natureza humana, e portanto sabe o que é o matrimônio.» «Mas hoje este axioma segundo o qual o homem pretende fazer o que é próprio de sua natureza, um matrimônio único, fiel, transforma-se em um axioma um pouco diferente», pois o divórcio se converteu em uma experiência «das demais pessoas». «Já não fala só a natureza, mas também falam os ‘demais homens’, o que os outros fazem», e o que os outros fazem «é casar-se com a idéia de que um dia o matrimônio possa fracassar e se possa passar a outro, a um terceiro, a um quarto matrimônio». «Este modelo ‘como os outros fazem’ se converte deste modo em um modelo em contraposição ao que diz a natureza.» Por este motivo, o bispo de Roma considera que «para ajudar a viver realmente o matrimônio não só no sentido em que o entende a Igreja, mas também o Criador, temos de reparar a capacidade de escutar a natureza». «Redescobrir por trás do que todos fazem, o que a própria natureza nos diz, pois ela fala de uma maneira diferente desse costume moderno. Ela nos convida, de fato, ao matrimônio para a vida inteira, em uma fidelidade para toda a vida, inclusive com os sofrimentos próprios de crescer juntos no amor.» Preparação e acompanhamento O bispo de Roma pediu, portanto, que promovessem os «cursos preparatórios para o matrimônio», «um caminho de redescoberta para voltar a aprender o que nos diz nosso ser, ajudar a chegar a uma verdadeira decisão pelo matrimônio segundo o Criador e segundo o Redentor». «Mas não basta a preparação, as grandes crises vêm depois», reconheceu, sublinhando a importância do acompanhamento «ao menos nos primeiros dez anos» de matrimônio. «Que os sacerdotes e as famílias, que já passaram por estas experiências, que conhecem estes sofrimentos, estas tentações, estejam presentes nos momentos de crises», pediu. «É importante a presença de uma rede de famílias que se ajudem e há movimentos que podem oferecer uma grande contribuição», acrescentou, «nesta situação moderna, na qual tudo fala contra a fidelidade durante a vida inteira». Divorciados que voltam a se casar Em caso de fracasso, o pontífice reconheceu que se deve analisar a questão de se houve «realmente a vontade» que o sacramento exige de viver o matrimônio indissolúvel, «e por este motivo existe eventualmente o processo para a declaração de nulidade» matrimonial. «Se se tratava de um verdadeiro matrimônio e, portanto, não podem voltar a casar-se, a permanente presença da Igreja ajuda essas pessoas a suportar outro sofrimento»: «viver em um novo vínculo, que não é o sacramental e que não permite, portanto, a comunhão plena nos sacramentos da Igreja». «Neste caso, seria preciso ensinar a aprender a viver com este sofrimento», indicou. Também nesta situação, continuou dizendo, «a presença do sacerdote, das famílias, dos movimentos, a comunhão pessoal e comunitária, a ajuda do amor ao próximo, um amor muito concreto, são de enorme importância». «E penso que só este amor da Igreja, que se concretiza com um acompanhamento múltiplo, pode ajudar essas pessoas a sentir-se amadas por Cristo, membros da Igreja, ainda que atravessem uma situação difícil, e deste modo viver a fé», concluiu respondendo à pergunta de um sacerdote. Nome:Cilinha e Zé Manel Local:Maia Email: URL: Data:2007-07-25 16:40:59 Comentários:Tivemos a felicidade do Jorge e da Armandina se lembrarem de nós para integrar a equipa de casais animadores do 65º CPM. Decorridas as semanas quer da nossa preparação quer de encontros com os noivos, sentíamos que formávamos um grupo coeso, caminhávamos todos na mesma direcção: 'Vontade de formar e alimentar um lar Feliz'. Estamos casados há 16 anos e temos por hábito (pelo menos na data do nosso aniversário de casamento) fazer um ponto de situação, ver se temos que corrigir a trajectória, se algo não está de acordo dos dois. O preparar os temas do CPM, foi para nós momento de reflexão, encontro e renovação do nosso amor. Estamos gratos pelo convite que nos dirigiram e agradecidos a Deus por podermos participar. Bem haja aos coordenadores pela disponibilidade incondicional de concretizar actividades como esta e que Deus continue a protegê-los com a Sua graça. Cilinha e Zé Manel Nome:P.Domingos Jorge Local:Maia Email:pdj@paroquiadamaia.net URL: Data:2007-07-04 18:41:49 Comentários:É interessante. E nós? O primeiro-ministro espanhol anunciou hoje a instituição de um subsídio de nascimento de 2500 Eur, em linha do que tem vindo a ser praticado na esmagadora maioria dos países europeus, cada vez mais preocupados, com razão, com a reduzida taxa de natalidade. Recorde-se que, em Espanha, a taxa de natalidade já é crescente, mas, por estar longe dos desejáveis 2.1 filhos por casal, o governo viu-se na necessidade de aumentar os apoios às famílias com filhos, conforme tem vindo a ser insistentemente lembrado pela Comissão Europeia. Por cá, sucede precisamente o contrário, apesar de Portugal ser dos raros países europeus com taxa de natalidade decrescente. Os resultados de 2006, ainda não divulgados pelo INE, irão apresentar o resultado do agravamento da política anti-natalista por parte deste governo que, não satisfeito, recentemente anunciou o aumento das taxas moderadoras para crianças até aos 12 anos, e isenção das mesmas taxas para as mulheres que abortam! Estando agora Portugal a presidir à Europa, a APFN apela ao primeiro-ministro para seguir o exemplo de Espanha e, na continuação da presidência alemã, adoptar, em Portugal, as medidas de apoio às famílias com filhos que têm vindo a ser adoptadas, com sucesso, na esmagadora maioria dos nossos parceiros europeus. 3 de Julho de 2007 P.Domingos Jorge - Pároco da Maia Nome:Eunice e Pedro Local:Vermoim - Maia Email:pedantunes@hotmail.com URL: Data:2007-06-27 20:15:30 Comentários:Depois de ler todos os comentários inseridos no site do CPM-Maia, gostava de partilhar a experiência gratificante que foi para mim e a Eunice, o convite endereçado pelo Diacono Jorge, para ser casal animador do 65 CPM. Já é o nosso terceiro CPM (estamos casados há 8 anos...) e todos eles (o de Gueifães - 1º, Vermoim - 2º e agora o da Maia - 3º), foram experirências irrepetiveis. Tal como Deus, que todos os dias se manifesta na nossa vida e nunca se repete, tal é como a experiência da partilha de experiências e vivências dos casais participantes. Façam do vosso matrimónio/casamento uma verdadeira vocação, doação e serviço de e para os outros. Bem haja a todos e que sejam muito felizes, Eunice e Pedro Nome:Vítor, Mizé, Ana Lídia e Ana Margarida Local:Maia Email: URL: Data:2007-06-26 01:10:12 Comentários:Somos uma família normal, constituída por quatro pessoas, o casal e duas filhas. Tivemos recentemente a oportunidade de participar, enquanto casal animador, no 65º CPM. Foi uma experiência muito enriquecedora, mormente, no plano espiritual. Estamos gratos pela chamada que nos endereçaram e à qual pudémos responder afirmativamente. É bom ouvir os outros e compreender que as nossas limitações, os nossos defeitos e muitos dos nossos erros decorrem da nossa condição de seres humanos imperfeitos. Hoje olhamos o casamento, o nosso e o dos nossos familiares e amigos mais chegados, como um caminho, uma via de sentido único, para onde temos de caminhar sempre, lado a lado e com os olhos postos na essência daquilo que nos faz caminhar unidos - o amor. A felicidade conjugal faz-se no caminhar, nos gestos de amor, no perdão, naquele que se pede, com arrependimento e naquele que se concede com sinceridade e sem condições. A Palavra de Deus é a única que nos pode transformar, moldar e modelar o coração, para que sejámos capazes de olhar e ver, de ouvir e escutar, falar e dizer o que é certo, no momento adequado e do modo correcto, sem querermos ser donos da verdade, mas simples e humildes servos do Senhor que procuram interpretar, difundir e praticar a sua Boa Nova. Ser feliz, talvez seja sentir a Paz no coração, amar e sentir-se amado, saborear a partilha e a comunhão e ser capaz de irradiar a alegria de viver, na comunidade familiar, na comunidade paroquial, no nosso meio social, enfim, em todos os espaços onde seja possível dar um testemunho vivo e positivo da nossa Fé. Na nossa casa damos graças ao Senhor por este chamamento que nos permitiu concretizar mais uma dimensão da nossa vocação matrimonial. Parabéns aos coordenadores e que o CPM nunca acabe. Victor, Mizé, Ana Lídia e Ana Margarida Nome:Andrée Local: Email: URL: Data:2007-06-13 00:30:13 Comentários: Bom dia, Quando me falaram do CPM, o meu primeiro comentario foi tipo.. UFFF que seca que vai ser... Mas meus amigos, quero deixar aqui o meu testemunho, o curso de CPM é simplesmente fantastico o ambiente criado, pelos coordenadores, animadores, Diácono Jorge,Padre Domingos Jorge e claro pelos noivos delicia qualquer um...,faz-nos bem ao Espirito e conseguimos sentir uma paz interior.. "Acreditar em algo e não o viver é desonesto." Deixo uma frase que tanto gosto!! "Não existe um caminho para a paz; a paz é o caminho." Votos de muitas felecidades para todos, e obrigado por fazer parte deste CPM. M/Cumprimentos André Correia Nome:Andre Correia Local:Nogueira Maia Email:andre_ema_correia@hotmail.com URL: Data:2007-06-12 11:25:17 Comentários: Nome:Jorge Lopes Local:Gueifães/ Maia Email:jorgelopes@oniduo.pt URL: Data:2007-06-07 19:52:14 Comentários:Caros Amigos, Noutra página fala-se de perdoar e pedir perdão, pelo que, sobre este mesmo tema, recomendo que vejam e revejam o filme com o título " Uma história simples ", de David Lynch. Não se arrependerão. Nome:Jorge Lopes Local:Gueifães Email:jorgelopes@oniduo.pt URL: Data:2007-06-01 12:22:03 Comentários:No passado dia 21 de Abril, decorreu no Fórum da Maia o Conselho diocesano da Primavera do CPM ( Centro de Preparação para o Matrimónio), com representações da maioria dos Centros da Diocese do Porto, num total de cerca de 180 pessoas e também com a presença de Sua Excelência Reverendíssima Bispo do Porto D.Manuel Clemente que presidiu à Celebração Eucarística, ao fim da manhã, na Igreja da Nª Srª da Maia. Os trabalhos começaram com o acolhimento a todos os participantes, seguindo-se a formação que, como é das normas, está a cargo doAssistente Espiritual do Centro local, no caso o Reverendo Padre Domingos que explanou o tema “O Amor, o Casal, A Família:Fundamentos da nossa Sociedade” duma maneira erudita e exemplar que empolgou a exigente assistência, e após, um pequeno intervalo, entrou-se no periodo de perguntas ao palestrante. Houve, de seguida, a eleição do casal presidente, para o próximo triénio, sendo reconduzidos no cargo a Isabel e o Moisés. Sobre o tema da sessão, D. Manuel Clemente proferiu, também, uma pequena e despretenciosa, mas erudita e exigente palestra, após o que se seguiu a Eucaristia. Para o almoço, que foi servido com a habitual e reconhecida qualidade, na Quinta do Vilarinho,no Castêlo da Maia, deslocámo-nos em autocarro, amàvelmente cedido pela Cãmara Municipal da Maia. Após o almoço, seguiu-se a tarde cultural, com uma ligeira visita ao Zoo da Maia e terninando com uma audição dos Pequenos Cantores e dos Amigos da Música, da Maia que, com a sábia e apropriada escolha de repertório feita pelo Maestro Vítor Dias, empolgou a assistência, proporcionando, deste modo, a melhor maneira de terminar um dia que foi cheio, num dia em cheio, em que a Maia pôde alargar o seu sorriso. A todos os que connosco trabalharam e connosco conviveram um muito, muito Obrigado! O casal responsável Armandina e Jorge Lopes Nome:Victor Dias Local:Maia Email:victordias-casa@sapo.pt URL: Data:2007-05-30 15:37:03 Comentários:Desculpem a linguagem, mas talvez seja esta a melhor forma de expressar este sentimento. Bateu fundo, bateu mesmo muito fundo... Quando o Padre Domingos nos interpelou com a pergunta: O que é mais difícil, pedir perdão ou perdoar? A pergunta foi feita de um modo muito suave, quase de pantufas, mas na verdade deixou toda gente a pensar. Fui para casa com a pergunta a ecoar no meu espírito e acordei com ela ainda a invetivar-me constantemente. Hoje começa a ficar mais claro que pedir perdão é sempre um acto de humildade, de vontade de reconciliação, connosco e com aqueles a quem ofendemos e magoámos, é também sinal da nossa capacidade de reconhecer as faltas, os erros e a culpa e quando o pedido é sincero, a consequência é o arrependimento e a decisão de não voltar a pecar. Quem assim procede, ainda que não obtenha neste Mundo o perdão que pede, por certo, pode ter esperança na Infinita Bondade e Misericórdia de Deus. Foi uma noite muito proveitosa aquela em que o Padre Domingos, depois de nos observar atentamente, deu uma resposta adequada aos temas sobre os quais demos testemunho, lançando uma pergunta arrebatadora. Mais que não fosse, só por isso já nos sentimos recompensados por participar neste CPM. Nome:eduardo manuel marques melo Local:gueifaes Email:e_m_m_melo@hotmail.com URL: Data:2007-05-15 16:34:33 Comentários:desejo realizar o cpm, deveria ser obrigatório para todos Nome:BATISTA ELISA Local:MILHEIROS MAIA Email:batista_elisa@hotmail.com URL: Data:2007-03-22 13:59:03 Comentários:Uma noite eu tive um sonho. Sonhei que estava a andar na praia com o Senhor e a minha frente, passavam cenas da minha vida. Para cada cena que se passava, percebi que eram deixados dois pares de pegadas na areia; Um era meu e o outro do Senhor. Quando a última cena da minha vida passou Diante de nós, olhei para trás, para as pegadas Na areia e notei que muitas vezes, no caminho da Minha vida havia apenas um par de pegadas na areia. Notei também, que isso aconteceu nos momentos Mais difíceis e angustiosos da minha vida. Isso entristeceu-me muito, e perguntei Então ao Senhor. " Senhor, Tu disseste me que, uma vez que eu resolvi seguir Te, Tu andarias sempre comigo, Durante a minha caminhada , notei que nos momentos mais Difíceis da minha vida havia apenas um par de pegadas na areia. Não compreendo porque nas horas que mais necessitava de Ti,Tu me deixastes." O Senhor respondeu me: "- Meu Irmão. Eu Amo te e jamais te deixaria nas horas da tua prova e do teu sofrimento. Quando vistes na areia, apenas um par de pegadas, foi exactamente aí que EU, Te carreguei nos braços..." Para min e acho que para a Elisa este CPM foi um pouco como este poema tudo está bem quando o temos do nosso lado (a Elisa não save que eu estou a escrever este desabafo) Batista. (J.B.) Nome:elisa batista Local:Milheirós Email:batista_elisa@hotmail.com URL: Data:2007-03-22 13:51:01 Comentários:este C P M valeu a pena apesar de alguns precalços (assim como todos os outros) VIVA O C P M Nome:Jorge Lopes Local:Maia Email: URL: Data:2007-01-23 20:26:47 Comentários: Meus Amigos, Não resisti. O testemunho deste Jovem é eloquente, é sentido. Ao lê-lo no sítio do movimento "Positivamente Não", não resisti, como disse, e, por isso, transcrevo-o para o sítio do Cpm da Maia, sem mais quaisquer comentários: João Cunha: Sendo jovem, gostaria de salientar que as verdadeiras causas que levam jovens adolescentes à interrupção voluntária da gravidez, passam pela ignorância do medo e pânico posteriormente a um resultado positivo de gravidez. Eu pergunto: A quem uma jovem adolescente recorre quando precisa de dinheiro? A quem recorrerem quando estão doentes? A quem recorrem quando têm um problema? Sabendo que a resposta é tão básica, porque motivo, culpabilizam o feto que carregam, considerando uma aberração? Se a relação sexual que antecedeu a gravidez foi consentida, porque é que as responsabilidades subsequentes do acto, já são descartáveis? Ao votarmos sim, pela despenalização, estamos a atribuir a mulheres e jovens, o certificado de douturamento em médicas e enfermeiras, visto possuirem uma pseudo capacidade de entrarem numa unidade de saúde onde já determinaram a causa, o diagnóstico e o procedimento a ter. Só gostaria de dizer que as verdadeiras causas, conclusões e até uma simples análise de um gráfico, ficam sempre por dizer. Gostam de exibir gráficos com números de mulheres que praticaram abortos clandestinos, pois bem então gostaria que explicassem nesses gráficos, quantas jovens eram menores, em que o motivo pelo aborto se centra unicamente no medo de contar aos pais, ou vergonha aparente pelos amigos que têm? A quantas mulheres posteriormente foi diagnosticado (por médicos verdadeiros) cancro da mama? Quantas mulheres posteriormente desenvolveram síndromes traumáticos pelo que fizeram (ex.: Depressões, sentimentos de culpa, tendências suicidas, ...)? Com os meus 24 anos, assumo responsabilidade pelo meu corpo e os meus actos, e caso fosse uma rapariga, possuindo o grande DOM da VIDA, nunca responsabilizaria um feto pelas consequências dos meus actos. Eis o comportamento actual de algumas jovens em ambientes sociais(alguns exemplos actuais): - Ir a uma festa com o objectivo de beber, gozar e, a chamada "curte" da noite; - Conhecer um rapaz com o intuito de aproveitar ao máximo, despenalizando o meu corpo; - Dar nas vistas a grupos de colegas, com o intuito de ganhar alguns pontos em popularidade; Em Conclusão: gostaria de dizer que, o que o governo, pais, amigos e mulheres em si deveriam dar valor era ao seu CORPO. Voltarem a requerer os valores perdidos da moral, integridade e personalidade. Antes de uma jovem equacionar a despenalização do aborto deveria primeiro equacionar o porquê da despreocupação dada ao seu Corpo. É só uma opinião evidente, mas agradeço desde já a oportunidade dada para o fazer. Um abraço Nome:Jorge Lopes Local:Guefães/Maia Email:jorgelopes@oniduo.pt URL: Data:0000-00-00 00:00:00 Comentários:Caros Irmãos, Dado julgarmos ser importante darmos a conhecer as notícias que a todos possam importar e, em especial, a todos os que directa ou indirectamente estão envolvidos, somos impelidos a transcrever o artigo publicado na Voz Portucalense desta semana sobre o Conselho Diocesano de Outono do CPM. "Realizou-se em 28 de Outubrode 2006 na Casa Diocesana de Vila, o Conselho Diocesano de Outono da Associação dos Centros de Preparação para o Matrimónio da Diocese do Porto. O Conselho contou com a presença do Senhor Bispo Auxiliar do Porto, D, João Miranda, do Padre António Augusto Azevedo, Assistenteda Eqipa Diocesana, dos casais da ERD e de 100 pessoas em representação da maoria dos Centros das Diocese. O conselho teve início com Oração de Laudes, presidida por D. João Miranda. O casal Presidente, Isabel e Moisés Cruz, deu as boas vindas a todos os presentes e deu a palavra ao Bispo Auxiliar. D. João saudou todosos presentes e informou que D. Armindo Lopes Coelho, Bispo do Porto, hospitalizado há 11 dias, dá sinais de melhoras e pediu para o incluirmos nas nossas orações. Depois de ter feito algumas reflexões sobre o papel do CPM nos casais que pretendem celebrar o seu casamento pela Igreja. D. João teceu algumas considerações sobre a Fé, particularmenteno seio das famílias, deixou palavras de agradecimentoao CPM pelo tabalho efectuado, e encorajou os casaisa continuarem este trabalho com a qualidade desejada e, sobretudo, com muita alegria. Este Conselho teve uma inovação que constou dum trabalho de grupo em que as questões para reflexão foram: 1-Definição de um objectivo/compromisso para o próximo ano, e 2-Manter o actual formato do Conselho de Outono (só da parte da manhã) ou altera-lo para todo o dia, realizando-se, numa das partes do dia, a formação diocesana. Este trabalho, apesar de exiguidade de tempo, permitiu aos Centros definirem um objectivo e a comprometerem-se a cumpri-lo. Ficou também definido que o próximo Conselho de Outono será o dia inteiro, destinando-sea manhã ao balanço do ano anterior e perspectiva do seguinte, e a tarde destinada a formação. O casal presidente informou os presentes que o Centro da Maia se disponibilizou para organizar o Conselhode Primavera, a 21 de Abril de 2007, no Fórum da Maia. DE seguida procedeu-se à eleição da Comissão Eleitoral, que foi constituida por dois casais de Gondomar e pelo Assistente Diocesano, conforme obrigam os Estatutos. O casal presidente deu inícioà leitura das partes mais importantes do Relatório e deu de seguida a palavra ao Assistente que referiua importânciados objectivos traçados no Conselho e do empenho de todos para que eles possam ser atingidos; da qualidade das pessoas e qualidade do trabalho, quer por parte dos casais, quer por parte dos assistentes; do contributo de todos para os debates que se avizinham sobre os problemas das famílias.Terminada a sessão, passou-se à Capela da Casa de Vilar para a Eucaristia, que foi celebrada pelo Padre António Augusto e teve ainda a colaboração de um Grupo Coral que muito enriqueceu a Celebração." Agora ficamos ansiosos por voltarmos a encontrar-nos em Abril, aquando da realização do Enconto Diocesano de Primavera, na MAIA. Nome:Jorge Lopes Local:Gueifaes Email: URL: Data:0000-00-00 00:00:00 Comentários:Razões para escolher a vida Nota Pastoral do Conselho Permanente Conferência Episcopal Portuguesa sobre o referendo ao aborto . 1. A Assembleia da República decidiu sujeitar, mais uma vez, a referendo popular o alargamento das condições legais para a interrupção voluntária da gravidez, acto vulgarmente designado por aborto voluntário. Esta proposta já foi rejeitada em referendo anterior, embora a percentagem de opiniões expressas não tivesse sido suficiente para tornar a escolha do eleitorado constitucionalmente irreversível, o que foi aproveitado pelos defensores do alargamento legal do aborto voluntário. Nós, Bispos Católicos, sentimos perplexidade acerca desta situação. Antes de mais porque acreditamos, como o fez a Igreja desde os primeiros séculos, que a vida humana, com toda a sua dignidade, existe desde o primeiro momento da concepção. Porque consideramos a vida humana um valor absoluto, a defender e a promover em todas as circunstâncias, achamos que ela não é referendável e que nenhuma lei permissiva respeita os valores éticos fundamentais acerca da Vida, o que se aplica também à Lei já aprovada. Uma hipotética vitória do "não" no próximo referendo não significa a nossa concordância com a Lei vigente. 2. Para os fiéis católicos o aborto provocado é um pecado grave porque é uma violação do 5º Mandamento da Lei de Deus, "não matarás", e é-o mesmo quando legalmente permitido. Mas este mandamento limita-se a exprimir um valor da lei natural, fundamento de uma ética universal. O aborto não é, pois, uma questão exclusivamente da moral religiosa; ele agride valores universais de respeito pela vida. Para os crentes acresce o facto de, na Sua Lei, Deus ter confirmado que esse valor universal é Sua vontade. Não podemos, pois, deixar de dizer aos fiéis católicos que devem votar "não" e ajudar a esclarecer outras pessoas sobre a dignidade da vida humana, desde o seu primeiro momento. O período de debate e esclarecimento que antecede o referendo não é uma qualquer campanha política, mas sim um período de esclarecimento das consciências. A escolha no dia do referendo é uma opção de consciência, que não deve ser influenciada por políticas e correntes de opinião. Nós, os Bispos, não entramos em campanhas de tipo político, mas não podemos deixar de contribuir para o esclarecimento das consciências. Pensamos particularmente nos jovens, muitos dos quais votam pela primeira vez e para quem a vida é uma paixão e tem de ser uma descoberta. Assim enunciamos, de modo simples, as razões para votar "não" e escolher a Vida: 1ª. O ser humano está todo presente desde o início da vida, quando ela é apenas embrião. E esta é hoje uma certeza confirmada pela Ciência: todas as características e potencialidades do ser humano estão presentes no embrião. A vida é, a partir desse momento, um processo de desenvolvimento e realização progressiva, que só acabará na morte natural. O aborto provocado, sejam quais forem as razões que levam a ele, é sempre uma violência injusta contra um ser humano, que nenhuma razão justifica eticamente. 2ª. A legalização não é o caminho adequado para resolver o drama do "aborto clandestino", que acrescenta aos traumas espirituais no coração da mulher-mãe que interrompe a sua gravidez, os riscos de saúde inerentes à precariedade das situações em que consuma esse acto. Não somos insensíveis a esse drama; na confidencialidade do nosso ministério conhecemos-lhe dimensões que mais ninguém conhece. A luta contra este drama social deve empenhar todos e passa por um planeamento equilibrado da fecundidade, por um apoio decisivo às mulheres para quem a maternidade é difícil, pela dissuasão de todos os que intervêm lateralmente no processo, frequentemente com meros fins lucrativos. 3ª. Não se trata de uma mera "despenalização", mas sim de uma "liberalização legalizada", pois cria-se um direito cívico, de recurso às instituições públicas de saúde, preparadas para defender a vida e pagas com dinheiro de todos os cidadãos. "Penalizar" ou "despenalizar" o aborto clandestino, é uma questão de Direito Penal. Nunca fizemos disso uma prioridade na nossa defesa da vida, porque pensamos que as mulheres que passam por essa provação precisam mais de um tratamento social do que penal. Elas precisam de ser ajudadas e não condenadas; foi a atitude de Jesus perante a mulher surpreendida em adultério: "alguém te condenou?... Eu também não te condeno. Vai e doravante não tornes a pecar". Mas nem todas as mulheres que abortam estão nas mesmas circunstâncias e há outros intervenientes no aborto que merecem ser julgados. É que tirar a vida a um ser humano é, em si mesmo, criminoso. 4ª. O aborto não é um direito da mulher. Ninguém tem direito de decidir se um ser humano vive ou não vive, mesmo que seja a mãe que o acolheu no seu ventre. A mulher tem o direito de decidir se concebe ou não. Mas desde que uma vida foi gerada no seu seio, é outro ser humano, em relação ao qual tem particular obrigação de o proteger e defender. 5ª. O aborto não é uma questão política, mas de direitos fundamentais. O respeito pela vida é o principal fundamento da ética, e está profundamente impresso na nossa cultura. É função das leis promoverem a prática desse respeito pela vida. A lei sobre a qual os portugueses vão ser consultados em referendo, a ser aprovada, significa a degenerescência da própria lei. Seria mais um caso em que aquilo que é legal não é moral. 3. Pedimos a todos os fiéis católicos e a quantos partilham connosco esta visão da vida, que se empenhem neste esclarecimento das consciências. Façam-no com serenidade, com respeito e com um grande amor à vida. E encorajamos as pessoas e instituições que já se dedicam generosamente às mães em dificuldade e às próprias crianças que conseguiram nascer. Nota Pastoral do Conselho Permanente Conferência Episcopal Portuguesa sobre o referendo ao aborto, Ecclesia, 061019 Nome:Cristina e Fernando Carvalho Local:Vermoim - Maia Email:cfcarvalho@cciporto.pt URL: Data:0000-00-00 00:00:00 Comentários:Olá, Terminou recentemente o 62º CPM, em Vermoim, para o qual tivémos o privilégio de ser convidados a participar como casal Monitor. Novamente esta participação se transformou numa experiência das mais enriquecedoras para a nossa vida de casados. Todo o Grupo era extraordinário, formado por Noivos interessados, participativos, ávidos por recolher informações e experiências de vida. Claro que gostaríamos de aqui especialmente felicitar o "nosso pequeno grupo". Os 6 Casais de Noivos demonstraram ao longo das sessões que estavam ali de livre vontade, com a intenção de se prepararem o melhor possível para a sua vida de casados. Para essa experiência maravilhosa que é partilhar o bom e o mau, a saúde e a doença, os filhos ou a falta deles, sendo fecundos nos seus actos e atitudes, dialogando sempre, enfim, vivendo intensamente uma vida a dois, amando acima de tudo. E para lhes transmitir as suas próprias vivências, lá estavam os Casais Monitores. Esforçados e empenhados companheiros de viagem. Todos dando o seu melhor, incentivando o diálogo, muitas vezes revelando alguns pormenores mais íntimos e experiências mais dolorosas, com a única intenção de partilhar aquilo que, no seu entender, poderia ajudar os Noivos nesta nova fase. Aqui, permitam-nos fazer um "reparo" à estrutura das sessões. Nós que já participámos em outros CPM's (44º e 50º) durante os quais o testemunho dos Casais Monitores foi efectuado no início das sessões, sentimos desta vez que o facto de esse testemunho ter sido proferido no final, de algum modo, não resultou tão bem como nos outros CPM's. Logo à partida, quando os Noivos se reúnem no "pequeno grupo" e, entretanto, já ouviram o testemunho sobre o tema dessa sessão, é mais fácil "pô-los a falar", e isto porque, à excepção do tema do "Namoro - Uma Comunidade de Amor", os outros temas tratam situações que os Noivos ainda não viveram e sobre as quais são, obviamente, desconhecedores. Portanto, fica-se pela discussão no abstracto e o Casal Monitor - e nós sentimos isso - não tem muitos pontos de partida para os fazer participar e comentar os temas. Depois, no final da sessão, um certo "cansaço" já se instalou em todos, a atenção já não será das melhores, o tema já foi discutido, muitas vezes acaloradamente, e o próprio Casal Monitor se apercebe que todos estes factores prejudicam o seu testemunho e tende a omitir alguns episódios que se poderiam tornar uteis às discussões de grupo . À parte este senão, que certamente foi ultrapssado com êxito pelos Casais Monitores, gostaríamos de também aqui deixar o nosso sincero agradecimento aos Casais Organizadores, que com tanta dedicação contribuíram para mais um sucesso. Bem hajam todos e Sejam muito felizes. Cristina e Fernando Carvalho Nome:Cristina e Fernando Carvalho Local: Email: URL: Data:0000-00-00 00:00:00 Comentários:Chamo-me Fernando Carvalho, sou casado com a Cristina Carvalho e tivemos a honra de ter sido convidados, novamente, como casal para apresentação de Testemunho no 62º CPM da Maia. Já participamos no 44º em Gueifães, na altura com bastante mais dificuldade em face da idade dos filhos e, depois, mais tarde, no 50º, em Vermoim. Ao terminar essa 2a. experiencia, comentamos (pedimos...) que uma eventual nova participação só viesse a ter lugar muitos anos depois (se calhar reformados...) mas, ao pedido dos Coordenadores, anuimos prontamente, pois sentimos a dificuldade que sempre têm em encontrar quem esteja disponível para participar. Somos residentes em Vermoim, apesar de frequentarmos a Paróquia de Gueifaes, onde também estamos e nos sentimos bem, onde os nosso filhos cresceram na fé - o mais novo tem 14 anos e ainda na catequese e a mais velha com 19, como catequista da Infância e Acólita - e onde continuam envolvidos, o que nos enche de uma imensa alegria, pois nos dias de hoje, toda a luz, por pequena e fraca que seja, deverá ser sempre acolhida. Não sei se os meus comentários serão apresentados no site, mas gostaria que assim fosse. Quem sabe se ao lerem algumas das observações, algumas das pessoas que o visitam poderão reflectir e passar a mostrar-se mais disponíveis a colaborar numa futura oportunidade e necessidade do grupo organizador. A tarefa não é nada fácil, como certamente sabiam quando se envolveram, mas não os vejo desanimar apesar dos inúmeros obstáculos. E continuam a bater às portas que quem conhecem, pois que as outras serão talvez mais difíceis de abrir. OS NOSSOS PARABÉNS. Muitas vezes os contactados evitam aceder aos convites alegando falta de disponibilidade, penso que em muitos dos casos será por desconhecimento do que se irá tratar e do nível de envolvimento que se pretende. Mas, acreditem, trata-se de uma experiência extremamente gratificante em todos os sentidos e tudo o que é necessario é estar presente, sermos quem somos e estarmos preparados para partilhar a nossa experiência de vida com os restantes casais e noivos = NÃO DÓI = aliás, traz-nos à memoria coisas arrumadas, e que recordamos e partilhamos com alegria neste altura muito importante para os Novos casais que resolveram passar a uma etapa nova na sua vida. Não vamos ensinar nada, não vamos pedir nada, apenas vamos transmitir-lhes as nossas experiências e como conseguimos, ou não, ultrapassar os vários obstáculos com que certamente todos nos deparamos ao longo da vida. Por mais ínfima que seja a parte que os novos casais possam aproveitar dos testemunhos, para nós já gratificante o suficiente para compensar a nossa participação Namoramos há 27 anos, estamos casados há 21 e trouxemos, nestes agradáveis encontros, de novo à ribalta momentos importantes do nosso namoro, do início da nossa vida de casados e do que têm sido estes anos de convivência a dois. Certamente continuaremos a fazê-lo em relação ao resto da nossa curta vida em comum. Aqui fica pois o nosso pedido aos casais que Os vossos filhos certamente já benificiaram ou virão a benificiar destes encontros. As nossas Saudações a todos Cristina e Fernando Nome:GRUPO 2 - 61º CPM Local:GUEIFÃES Email: URL: Data:0000-00-00 00:00:00 Comentários:O GRANDE DESAFIO DO CASAMENTO É SEM DÚVIDA A CONSTRUÇÃO DE UMA NOVA FAMILIA: A NOSSA FAMILIA. DEIXAMOS DE FAZER AS COISAS PARA O OUTRO E COMEÇAMOS A FAZER COM O OUTRO NA ORGANIZAÇÃO DAS TAREFAS, NA PARTILHA DA FAMILIA E NA CRIAÇÃO DE ALICERCES PARA UMA VIDA FELIZ. NUMA RELAÇÃO NÃO DEVE HAVER, AO CONTRÁRIO DO NOSSO EXTRACTO BANCÁRIO DÉBITOS E CRÉDITOS E QUANDO OS VOSSOS ESFORÇOS FOREM RECEBIDOS COM ALGUMA INDIFERENÇA NÃO DESANIMEM PORQUE TAMBÉM O SOL AO NASCER DÁ UM ESPACTÁCULO MARAVILHOSO E NO ENTANTO A MAIORIA DA PLATEIA AINDA DORME. Nome:Ana Luísa Lima/Pedro Emanuel Marques Local:Gemunde Email:ana5lima5@hotmail.com URL: Data:0000-00-00 00:00:00 Comentários:Queremos deixar o nosso testemunho: participámos no 60º CPM ( no grupo da Margarita e do Jerónimo) e foi uma experiência muito enriquecedora para nós, enquanto cristãos e enquanto casal. Enquanto cristãos, porque aproximou-nos ainda mais de Deus e da Igreja e enquanto casal, pois uniu-nos ainda mais e fez-nos reflectir sobre a nossa decisão, abrindo-nos mais ao diálogo. Além disso, fizemos amigos, pois durante essas 3 semanas, partilhámos dúvidas, certezas, alegrias , tristezas,.... Uma prova dessa amizade é que não perdemos o contacto. No passado dia 21 de Janeiro, os casais pertencentes ao nosso grupo encontraram-se na casa de um dos casais ( Liliana e Nuno) e juntaram-se à mesa a comer um delicioso arroz de pato feito pela anfitriã. E o próximo encontro já está marcado: dia 1 de Abril em minha casa. Agradecemos desde já ao Sr. Pe. Domigos, que sempre nos orientou de forma exemplar , ao Diácono Jorge Moreira pela sua boa- disposição, ao casal Margarita e Jerónimo pela abertura de espírito e pela disponibilidade , aos outros casais animadores e ainda aos casais coordenadores e ao casal convidado pela simpatia , boa disposição e amizade. Felicidades a todos os casais que participaram no CPM. Ana e Pedro Nome:Rosa e Pedro Salbani Local:Gemunde Email:rosasalbani@siper.pt URL: Data:0000-00-00 00:00:00 Comentários:Durante o CPM fomos criando laços de amizade com os noivos e no final sentimo-nos ligados por uma força superior repleta de amor que nos incute um sentido de responsabilidade uns pelos outros. Temos constatado que, alguns pessoalmente, outros por mensagem ou telefone, se têm mantido em contacto e têm presenciado as cerimónias religiosas uns dos outros. O que os recém-casados transmitem no olhar aos amigos que ainda irão casar, é um sentimento de cumplicidade, amizade e emoção. Ficamos muito felizes por colaborar na animação de um grupo tão unido e tão cativante. Para todos os casais desejamos muitos parabéns por serem como são e muitas felicidades para o seu futuro! Nome:P. Domingos Jorge Local:Maia Email:pdj@paroquiadamaia.net URL: Data:0000-00-00 00:00:00 Comentários:Surgiu esta página para haver intercâmbio de ideias, sugestões para a Pastoral da Família, para a Pastoral do Post-CPM, inercâmbio entre os vários Centros de Preparação para o Casamento e para "o ser família nestes tempos que são os nossos", novas de cursos e encontros, Livros,etc., etc.,... Todo o começo é parecido com a semente da mostarda, a mais pequenina das sementes, mas que quando germina torna-se, é o próprio Jesus quem o diz, como a maior das hortaliças,onde os passarinhos fazem os seus ninhos.. Para andar tem de haver colaboração e divulgação. A todos os que este site virem e lerem dou os meus votos de Feliz e Próspero Ano Novo, cheio das bênçãos de Deus. Que seja um ano da Graça do Senhor, que nós acolhemos e vivemos. Fico a aguardar que apareça aqui com algo de interessante, pois todos nos enriqueceremos. Vamos lá, não esteja á espera que sejam os outros a fazerem-no, comece. Nome:Pedro Salbani Local:Gemunde Email:psalb76@gmail.com URL: Data:0000-00-00 00:00:00 Comentários:Aconselho a leitura do livro "QUEM MEXEU NO MEU QUEIJO". Este livro ensina-nos a estar atentos à mudança e a adaptarmo-nos a ela. Será após o Sacramento do Matrimónio que os pares de namorados passarão à grande mudança, que é a vivência a dois num só. Todos eles terão que enfrentar algumas dificuldades de adaptação que irão superar, obviamente, com o diálogo, a compreensão, a tolerância e o perdão. Mas em todas as fases da sua vida, boas ou más, serão superadas com o grande amor que os une. Nunca se devem esquecer que os degraus da vossa vida estão assentes na escada do amor. Desejo que todos os noivos sejam muito felizes ao longo de toda a sua vida. Felicidades! Nome:Elsa Campos Local: Email:elsavcampos@hotmail.com; elsacampos@ane.pt URL: Data:0000-00-00 00:00:00 Comentários:Um consultor, especialista em "Gestão do Tempo", quis surpreender a plateia durante uma conferência. Tirou de baixo da mesa um frasco grande, de boca larga. Colocou-o sobre a mesa, ao lado de uma pilha de pedras do tamanho de um punho e perguntou: -Quantas pedras vocês acham que cabem neste frasco? Após algumas conjecturas dos presentes, o consultor começou a colocar as pedras, até encher o frasco. Perguntou então: “- Está Cheio?” Todos olharam para o frasco e disseram que sim. Em seguida, ele tirou um saco com pedrinhas bem pequenas de baixo da mesa. Colocou parte das pedrinhas dentro do frasco e agitou-o. As pedrinhas penetraram pelos espaços encontrados pelas pedras grandes. O consultor sorriu, com ironia, e repetiu: “-Está cheio?” “-Não!” - exclamaram os ouvintes. "-Muito bem!" - exclamou o consultor, pousando sobre a mesa um saco com areia, que começou a despejar no frasco. A areia filtrava-se nos pequenos buracos deixados pelas pedras e pelas pedrinhas. "-Está cheio?" - perguntou de novo. Dessa vez os ouvintes duvidaram: "-Talvez não..." Pegou, então, um jarro e começou a jogar água dentro do frasco, que absorvia a água, sem transbordar. Deu por encerrada a experiência e perguntou: "-Bom, o que acabamos de demonstrar?" Um participante respondeu: "- Que não importa o quão cheia está a nossa agenda, se quisermos, sempre conseguiremos fazer com que caibam outros compromissos." "-Não! O que esta lição nos ensina é que, se não colocarmos as PEDRAS GRANDES primeiro, nunca seremos capazes de colocá-las depois. E quais são as GRANDES PEDRAS nas nossas vidas? São a FAMÍLIA, A PESSOA AMADA, OS NOSSOS FILHOS, OS AMIGOS, OS NOSSOS SONHOS, A NOSSA SAÚDE. O resto é resto e encontrará o seu lugar...” Ter o prazer de vos conhecer enriqueceu a minha vida. Felicidades para todos. Um beijinho especial para os elementos do grupo 1 (noivos e casal orientador)que tornaram esta experiencia muito agradável. Nome:Tina e Artur Garcês Local:Alfena Email:armgarces@hotmail.com URL: Data:0000-00-00 00:00:00 Comentários:Ficamos muito contentes quando tivemos conhecimento da existência do site da Paróquia da Maia direccionada para o CPM. Numa das últimas reuniões da Equipa Diocesana de que fazemos parte a mesma foi ocupada na discussão da forma como devemos divulgar o CPM a nível da Diocese especialmente o calendário de actividades para que sirva de apoio aos diversos Centros de CPM e Párocos. Está pois de parabens a Equipa Vicarial assim como o Sr. Padre Domingor Jorge pelo excelente contributo que estão a dar na divulgação do CPM. Bem hajam. Tina e Artur Garcês Nome:Ana Neves e Luís Martins Local:Maia Email:ana@sinava.pt e figueiredo.martins@bbva.pt URL: Data:0000-00-00 00:00:00 Comentários:É para nós, particularmente, gratificante reconhecer que existem pessoas como nós que partilham, no fundo, sonhos e a esperança de encontrar a felicidade. A felicidade é em si um caminho nem sempre fácil de percorrer. Será sempre na capacidade de superação que se encontrará o alento. Sendo nós Cristãos, esse alento encontra-se na força viva que é Jesus Cristo. Ao frequentarmos o CPM encontramos casais que comungam dos mesmos ideais. Encontramos também, pessoas (coordenadores, monitores, Sr. Padre Domingos Jorge, Diácono Jorge) que pela sua experiência e pela força do seu exemplo, transmitem uma mensagem vivificante. O amor, esse nobre sentimento, que une dois seres, é de certa forma a manifestação sublime de Deus. Estamos conscientes que nem tudo são rosas, mas acreditamos que poderemos sempre admirar as suas cores, aromas, perfumes, nunca esquecendo os espinhos. A dois, a palavra de ordem é: DIÁLOGO. O casamento não é um ponto de chegada, mas sim, um novo ponto de partida. Se chegar aqui não foi fácil, no futuro muitos mais serão ainda os desafios. Sendo este um passo sério e responsável é o início de uma nova ordem: a FAMÍLIA. Bem, muito mais poderíamos acrescenter a este simples e humilde comentário, é apenas uma breve reflexão sobre a condição de sermos "Noivos". Assim sendo, aproveitamos desde já o facto para agradecer a todos quantos se dedicam a esta causa e desejar as maiores felicidades aos restantes "colegas de curso". Cordiais cumprimentos, Ana e Luís. Nome:Vânia Marlene de Sousa Coelho Local:Maia Email: URL: Data:0000-00-00 00:00:00 Comentários:Nunca pensei que fosse realmente gostar de frequentar o cpm... Os comentários que se ouvem "cá fora" nunca são os melhores, provavelmente são feitos por quem nunca o frequentou... É muito reconfortante saber que há muitos outros jovens casais que partilham os nossos sentimentos, ansiedades, alegrias e medos. Temos guias que nos ajudam a enfrentar os nossos problemas, a exprimir os nossos sentimentos e sobretudo a não esquecermos que nunca é demais mostrar a toda a hora o quanto amamos o nosso companheiro. Um beijinho para a Rosa e para o Pedro Salbani! Vânia Coelho 60º CPM Maia Nome:Rosa Salbani Local:Gemunde Email:rosasalbani@siper.pt URL: Data:0000-00-00 00:00:00 Comentários:O Casamento é um compromisso de União incondicional entre duas pessoas que se assume com Deus e com a Sociedade. É também um estado de espírito recheado de amor e de dádiva. Recebe-se e dá-se um ao outro. É como se o casal fosse um só: o conhecimento mútuo é verdadeiro e funde-nos num todo inexplicável; deixamos de ser um só e passamos a ser só um.(solteiro - união incondicional). Deus ama-nos e é como nosso Pai que nos acompanha no nosso Casamento, pois está sempre atento e sem nos apercebermos ele ajuda-nos a enfrentar os obstáculos. Assinar Livro de Visitantes!! |